O Mercedes-Benz com que Vinicius Ramires disputa o Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck será uma das atrações do Encontro de Caminhoneiros de Votorantim. O caminhão, decorado nas logomarcas de Empresas Rodobens e Renov/Remanufatura Mercedes-Benz, estará exposto durante a primeira edição do evento, que será realizada neste domingo (31), na Praça de Eventos da cidade paulista, com as atividades sendo abertas às 8h.
O evento em Votorantim vai proporcionar, além da confraternização entre os profissionais do volante, uma série de atividades. Haverá também exposição de caminhões antigos, competição de manobras com obstáculos, orientação sobre as leis de trânsito, orientação médica, concurso de frases de pára-choques e festival de música sertaneja. O fomento a parcerias entre caminhoneiros e lojistas ligados ao ramo será outro destaque do encontro.
Encerrada a participação no Encontro de Caminhoneiros, Ramires e toda a equipe RRT2 vão voltar o foco de seu trabalho à preparação para a sétima etapa da temporada da Fórmula Truck. A corrida será disputada no dia 14 de setembro no Autódromo Internacional de Campo Grande. Foi no circuito da capital de Mato Grosso do Sul que o piloto conquistou, em 2006, sua primeira vitória na categoria, depois de comemorar também a primeira pole-position.
A Volkswagen Caminhões e Ônibus deverá atingir em 2008 a marca recorde de 4 mil veículos embarcados para a Argentina. A informação é de Roberto Cortes, o presidente da montadora, no mês de comemoração dos dez anos de operações da marca no país vizinho, que já importou quase 18 mil unidades do Brasil desde 1998. Atualmente, 11 modelos de caminhões e cinco diferentes chassis de ônibus fabricados em Resende (RJ) são distribuídos por 12 concessionárias espalhadas por todo o território argentino.
“O mercado argentino é estratégico para a nossa marca. Tanto que, durante a crise econômica local nos anos de 2001 e 2002, apostamos na nossa permanência no mercado e na preservação de nossos revendedores. Hoje a Argentina é o principal mercado de exportação da Volkswagen Caminhões e Ônibus”, diz Cortes. A montadora exporta seus produtos para a América Latina, a África e o Oriente Médio, além de manter linhas de produção no México e na África do Sul.
A entrada dos caminhões e ônibus Volkswagen na Argentina foi precedida de um estudo detalhado dos hábitos e preferências dos frotistas, transportadores autônomos e motoristas locais. A pesquisa conduzida por profissionais da fábrica de Resende (RJ) indicou o caminho para a plena satisfação dos consumidores. A marca tem concessionárias autorizadas nas cidades de Tucumán, Chaco, Córdoba, Mendoza, Santa Fé, Buenos Aires (capital e província), Chubut e Santa Cruz. A rede é complementada por seis pontos dedicados exclusivamente a vendas.
Forte crescimento
Segundo dados do Centro de Estudos para a Produção do governo argentino, o produto interno bruto cresceu a uma média anual de 8,8% entre 2003 e 2007. Nesse mesmo período, a indústria foi a responsável pelos aumentos mais relevantes: 33,8% no setor automotivo, 14% na mineração e 10% no segmento gráfico, entre outros. A necessidade de caminhões e ônibus em quantidade suficiente para acompanhar o crescimento motivou o aumento nas encomendas dos veículos brasileiros Volkswagen.
Com 40 milhões de habitantes, a Argentina é o segundo maior país sul-americano em extensão territorial. Limitada pela Cordilheira dos Andes e pelo Oceano Atlântico, faz fronteira com Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. O País tem relevo variado, com temperaturas variando entre o clima tropical da região norte e o frio das geleiras no extremo sul.
Ali são colocados a toda prova os caminhões Volkswagen Delivery 5.140; Worker 9.150 E, 13.180, 15.180, 17.220 e 26.260 E; e Constellation 13.180, 15.180, 17.250, 19.320 e 31.320. As ruas e estradas argentinas também são percorridas pelos ônibus Volksbus 9.150 OD, 15.190 EOD, 17.230 EOD, 17.260 EOT e 18.320 EOT.
A Pirelli irá expor pneus para caminhões junto aos agrícolas, industriais, para motos e automóveis no estande da Expointer 2008, entre 30 de agosto e 7 de setembro, em Esteio/RS. Durante o evento, o consumidor terá a oportunidade de conhecer as novidades da empresa nas linhas FG85 e TG85, além de outros produtos desenvolvidos para caminhões.
De acordo com Eduardo Sacco, gerente de Marketing da Unidade de Negócios Truck da Pirelli Pneus, tanto o FG85 como o TG85 foram especialmente desenvolvidos para o segmento misto, como terra e asfalto. Atendendo às necessidades do setor agrícola, os pneus tiveram um reforço de tecido metálico na região do talão, o que confere maior resistência às condições de trabalho deste segmento.
Além disso, a empresa comenta que para aumentar a resistência aos impactos e à oxidação, e melhorar a durabilidade da carcaça, os modelos FG85 e TG85 contam com a tecnologia HETT (High Elongation Technology for Truck), empregada nas cinturas metálicas logo abaixo da banda de rodagem. Essa tecnologia difere da tradicional por apresentar fios de aço espaçados que possibilitam maior penetração da borracha em volta deles, conferindo resistência às deformações e impactos
O FG85 foi projetado para equipar eixos direcionais e livres de caminhões e o TG85 para os eixos trativos. A empresa destaca que esses produtos garantem elevada resistência à abrasão e picotamentos, além de possuir design diferenciado que favorece a auto-limpeza e a redução de captura de pedras durante o trajeto.
Outro destaque é o recente lançamento para o segmento rodoviário, o FR85 Vanguard, que possui Banda de Rodagem Inteligente, com indicadores que permitem ao usuário preservar a carcaça no início de sua utilização e no final da primeira vida do pneu. A novidade facilita o controle do desgaste do pneu. Dois sulcos de 1,5 mm de profundidade acompanham toda a circunferência, localizados nas extremidades da banda de rodagem, um de cada lado.
A linha de produtos em exposição no evento conta, ainda, com o TR85, com banda de rodagem mais larga e sulcos transversais profundos que garantem mais estabilidade, durabilidade e tratividade mesmo nas condições mais severas de uso. O novo composto utilizado, aliado ao desenho da banda de rodagem, possibilita ao pneu alcançar alto rendimento quilométrico com baixa geração de calor. Assim o usuário pode reconstruí-lo várias vezes. O TR85 está disponível em oito medidas, com e sem câmara, tendo capacidade de equipar uma grande diversidade de modelos de caminhões.
A Volkswagen Caminhões e Ônibus agora conta com uma completa linha de caminhões Off-Road. À robustez e confiabilidade do conjunto de chassi reforçado dos modelos Volkswagen 6X4, somam-se agora a alta tecnologia e o conforto da cabine Constellation. Os novos caminhões VW 26.260 e 31.260 com motorização eletrônica Common Rail recebem a cabine estendida como item de série – a oferta da versão com leito e teto alto deverá ser previamente consultada junto a uma das 143 revendas autorizadas da Volkswagen Caminhões e Ônibus em todo o País. Protetor do radiador, tomada de força no motor – repto (como opcional) e freios reforçados complementam as novidades da família Constellation.
Os novos modelos Constellation 6X4 são equipados com os motores eletrônicos MWM International 6.12 TCE, com seis cilindros, turbo e intercooler, com potência de 260 cv, torque de 900 nm, camisas úmidas removíveis e cabeçotes individuais. O modelo utiliza a moderna tecnologia Common Rail de injeção de combustível. O grande número de sensores e o módulo de controle eletrônico também traz vantagens no gerenciamento operacional do veículo.
Entre as características do motor MWM International 6.12 TCE, estão o seu baixo nível de ruído, a identificação de 255 parâmetros do motor através de luzes de advertência no painel de instrumentos ou da ferramenta de diagnósticos VCO-950, a autoproteção que acusa falhas e evita danos e riscos graves, e máximo torque tanto em altas como em baixas rotações. A motorização ainda pode ser adequada a usos e vocações especiais, graças ao controle de recursos como rotações e velocidade, e dispõe de piloto automático.
Os novos 6X4 são equipados com uma caixa de transmissão Eaton 8908-LL com ótimo escalonamento de dez marchas não-sincronizadas à frente e três à ré. A embreagem é Eaton com disco simples confeccionado em material orgânico e acionada hidraulicamente, com assistência a ar. Seu diâmetro é de 395 mm, com fácil acionamento. Um protetor de série evita que o radiador seja danificado numa atividade fora-de-estrada.
Chassi, eixos e suspensão reforçados
O conjunto chassi dos novos caminhões Volskwagen 6X4 é confeccionado em aço de alta resistência – LNE 28, com longarinas duplas e travessas que proporcionam alta resistência e flexibilidade. Os eixos dianteiros são do tipo viga “I” forjada, com capacidade técnica de carga vertical (peso bruto total técnico) de 6.100 kg (VW 26.260 - fornecidos pela Sifco) e 6.500 kg (VW 31.260 - fornecidos pela Arvin Meritor). Os eixos traseiros são rígidos em aço estampado, com grande capacidade técnica de carga vertical, com PBT técnico de 20.200 kg (modelo MT 46-145 para o VW 26.260) e de 24.000 kg (modelo MT 50-168 para o VW 31.260).
Nesses modelos, a suspensão dianteira reforçada tem feixe de molas semi-elípticas de duplo estágio, combinada com amortecedores hidráulicos de dupla ação e barra estabilizadora como itens de série. Já a suspensão traseira é Randon, com eixos em tandem. O peso bruto total técnico é de 26.300 kg para o VW 26.260, e de 30.500 kg para o VW 31.260. O PBT legal de ambos os modelos é de 6.000 kg na dianteira e de 17.000 kg na traseira, num total de 23.000 kg. A capacidade máxima de tração dos novos Constellation é de 42.000 kg.
Tomada de força e freios mais eficientes
Os lançamentos equipados com motor MWM-International 6.12TCE têm como opcional de fábrica a tomada de força na parte traseira do mesmo. Conhecida como Repto (sigla de Rear Engine Take-Off), a tomada facilita o acionamento de equipamentos que utilizam sistema hidráulico, como betoneiras, básculas, guindastes e coletores de lixo. Os freios de serviço dos caminhões são reforçados, com uma área de frenagem de 6.915 cm2, sistema secador de ar com filtro de óleo interno de série e a opção de secador acrescido do Consep – garantindo maior segurança e a longevidade dos componentes.
As duas distâncias entre eixos disponíveis – curta de 4.800 mm e longa de 5.940 mm são oferecidas opcionalmente. Na versão com distância entre eixos longa, o veículo será ofertado com a preparação de engate traseiro como item de série, contemplando a travessa de fechamento traseiro do quadro do chassi, uma tomada para conexão elétrica e duas tomadas de ar para alimentação de reboques, além de manetim para acionamento dos freios instalado no painel de instrumentos.
Conheça os modelos Off-Road Volkswagen
Worker 6X4
VW 26.220
Com duplo eixo de tração integral, tem elevado torque e grande facilidade para vencer rampas. Utilizado em canteiros de obras, fazendas e canaviais.
VW 26.260E
Com as mesmas características operacionais do modelo acima, é equipado com motorização eletrônica de 260 cv. A tomada de força na parte traseira do motor (repto) é uma vantagem adicional para uso de betoneira.
VW 31.260E
Tem como destaque a capacidade técnica de carga. Oferecido como produto sob medida, tem vocação de uso fora-de-estrada e movimentação de cargas em caçamba basculante. Também indicado para o transporte de madeira.
Constellation 6X4
VW 26.260E
Agora com cabine Constellation agrega características de grande conforto e produtividade a um modelo comprovadamente robusto e confiável para sua principal vocação, a betoneira.
VW 31.260E
Além da nova cabine, oferece duas opções de distâncias entre eixos. A tomada de força na parte traseira do motor (repto) é uma vantagem adicional.
VW 31.320
Com tração 6X4, possui motor eletrônico Cummins com injeção Common Rail e caixa de transmissão sincronizada com 16 marchas. Utilizado em aplicações severas, o modelo se destina ao uso com caçamba basculante, transporte de toras de madeira, cana-de-açúcar e de guindastes de grande porte. Sua capacidade máxima de tração é de 63 toneladas.
VW 31.370
Veículo 6X4 com 63 toneladas de peso bruto total combinado e 63 toneladas de capacidade máxima de tração, criado para operações fora-de-estrada e transporte de cargas densas. Destinado à construção civil, usinas de álcool e açúcar, empresas de cultivo e extração de madeira e companhias mineradoras.
Veículo especial 4X4
VW 15.210
Seu principal atributo é a robustez atestada em testes rigorosos. Homologado pelo Exército Brasileiro, o veículo é do tipo operacional militarizado, capaz de transportar cinco toneladas em qualquer tipo de terreno.
Para atender à crescente demanda e necessidades do mercado de hotelaria - de pousadas até grandes resorts -, a Cummins Power Generation ampliou sua linha de grupos geradores com as potências de 15 a 44kVA. A linha agora está ainda mais completa com produtos desde 3kVA até 3.125kVA, que serão apresentados na Nova Equipotel 2008. As soluções em grupos geradores têm despertado a atenção como uma alternativa economicamente viável e segura.
Nos horários de pico, quando o custo da tarifa elétrica chega a ser três vezes maior, é possível uma economia de energia de até 30%. Um grupo gerador de energia consiste em um produto modular que pode ser fornecido com ou sem carenagem. A nova configuração e design permitem que o tanque de combustível seja incorporado à base do equipamento. A principal vantagem é que essa tecnologia dispensa a interligação com o tanque diesel externo, reduzindo o espaço ocupado pelo conjunto e também os custos de instalação, podendo ser interligado de modo simples ou em paralelismo. Além de econômicos, projetos de geração de energia da Cummins para o setor hoteleiro são ambientalmente corretos, a exemplo do uso de co-geração (gás com energia elétrica).
A Nova Equipotel 2008, a maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina e uma das cinco mais expressivas do mundo, já cresceu 20% em área construída este ano visando receber 50.000 visitantes no período de 15 e 18 de setembro de 2008, no Pavilhão de Exposição do Anhembi, em São Paulo. A expectativa do Grupo Equipotel é reunir mais de 1.000 expositores em uma área total de 55 mil m². A 46ª edição da Feira engloba cerca de 60 setores da economia e traz ainda seis eventos simultâneos: Equip Food&Drinks e sua Arena Gastronômica, Equip Design, Equip Spa&Wellness, Equip Conference e a 3ª Rodada de Negócios Equipotel.
Cummins Brasil
Rua Jati, 310 – Cumbica – Guarulhos – SP
Tel.: 0800 701 4701
Site: www.cumminspower.com.br
Nova Equipotel 2008
Data: de 15 a 18 de setembro de 2008
Horário: das 13h às 21h (acesso até às 20h)
Pavilhão do Anhembi – São Paulo
Mais informações, acesse www.novaequipotel.com.br
Reserva de Credencial para Profissionais - até às 18h do dia 12/09 em www.novaequipotel.com.br/visitantes
A Randon Implementos para o Transporte, unidade das Empresas Randon sediada em São Paulo, concluiu recentemente a entrega do último lote de um total de 435 carrocerias para a FEMSA, franqueada Coca-Cola com frota total de 800 veículos. Com esta negociação iniciada em 2007, a marca Randon ampliou sua presença no segmento de bebidas, no qual detém a liderança. No último ano, o volume total comercializado pela empresa em carrocerias rebaixadas para a distribuição de bebidas foi de 861 unidades, das quais mais de 91% envolve a versão híbrida e 9% do modelo em alumínio.
Segundo o diretor executivo da Randon S.A, Norberto Fabris, a tendência é que o mercado absorva com maior ênfase as opções em alumínio. O fato começa a ganhar forma uma vez que somente nos primeiros quatro meses deste ano, as vendas do modelo em alumínio tiveram incremento de 65% na comparação a igual período de 2007. A expectativa para o ano é de um crescimento de 90% do modelo em alumínio em relação as vendas do ano passado.
A empresa comenta que o alumínio é mais utilizado, pois trata-se d e um metal com maior índice de reciclagem, além de ser mais leve em relação ao aço e ter melhor resistência à corrosão, com aumento de durabilidade, melhora do acabamento e redução de custo de manutenção.
A Mercedes-Benz do Brasil alcançou a marca de 2,2 milhões de quilômetros rodados de testes operacionais em ônibus abastecidos com biodiesel, sendo 1,8 milhões de quilômetros com a mistura B20 e 400 mil com B5. Esta quilometragem foi obtida em dois anos de testes sob condições severas com 23 ônibus da Viação Cidade Dutra, que atua no transporte coletivo urbano da cidade de São Paulo. Durante os testes operacionais com B5 e B20, foram analisadas cerca de 550 amostras de óleo lubrificante.
Com o alcance de 1,8 milhões de km rodados, os motores serão desmontados no Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Mercedes-Benz do Brasil, na fábrica de São Bernardo do Campo, para avaliação de peças e componentes. O objetivo é averiguar a influência do uso do biodiesel em termos de emissões, desempenho, confiabilidade e durabilidade do motor. Nessa etapa são verificados também o desgaste de peças e componentes, efeitos da ação química e formação de borra, além de outros itens.
- Meio ambiente
A empresa comenta que numa cidade como São Paulo, que conta com uma frota circulante de cerca de 15.000 ônibus, os benefícios do biodiesel são muito evidentes. O uso da mistura B20 em toda essa frota resultaria, por exemplo, numa redução de emissão de aproximadamente 72 mil toneladas de gás carbônico por ano, contribuindo significativamente para a redução de emissões dos gases de efeito estufa.
A contribuição do biodiesel para a melhoria da qualidade do ar é decisiva também por outros fatores, como, por exemplo, a redução de emissões de material particulado em cerca de 35%. Atualmente, a empresa realiza testes de operação com biodiesel B100, em parceria com clientes que atuam em condições severas de transporte. Os testes envolvem caminhões em médias e longas distâncias rodoviárias e em aplicações fora-de-estrada.
“Como a segurança pode melhorar a imagem do transporte rodoviário de cargas” é o tema da 31ª edição do Fórum Volvo de Segurança no Trânsito, que se realizará no dia 4 de setembro, no Centro de Eventos Panamby, em São Paulo. Maior e mais tradicional evento brasileiro de debate de temas relacionados ao problema da segurança no trânsito, o Fórum 2008 reunirá especialistas, transportadores do Brasil e dos Estados Unidos e dirigentes nacionais e internacionais de organizações que congregam empresas de transporte.
A primeira conferência do evento será feita por Umberto de Pretto, vice-secretário geral da União Internacional de Transportes Rodoviários, IRU na sigla em inglês. A IRU é uma organização mundial que congrega 180 entidades nacionais e regionais de 70 países. Fundada em 1948 por oito países para contribuir com a reconstrução da infra-estrutura da Europa devastada pela segunda guerra mundial, a lendária IRU continua a ter um papel importante na discussão e solução de problemas do transporte rodoviário de cargas de diferentes regiões de todo o globo.
Um representante ATA (American Trucking Associations), entidade norte-americana que elegeu a segurança como valor central, falará sobre como o setor de transporte dos Estados Unidos se impôs no maior mercado do mundo. A chamada “Indústria dos transportes” dos Estados Unidos tem 3,4 milhões de motoristas de caminhão, mais de 600 mil transportadoras interestaduais registradas, 97% delas operando com menos de 20 caminhões. Juntas, elas transportam 10,7 bilhões de toneladas de cargas, têm uma receita anual de US$ 623 bilhões em fretes, e possuem 26,5 milhões de caminhões para fins comerciais.
Tragédia nacional
Anualmente ocorrem 91 mil acidentes nas rodovias brasileiras com o envolvimento de veículos de carga. O resultado é a morte de 12 mil pessoas, 4 mil delas motoristas de caminhões. No total, o Brasil perde R$ 22 bilhões por ano com acidentes, cerca de R$ 10 bilhões somente com o transporte rodoviário de carga, um prejuízo muito maior que o valor de R$ 1 bilhão de perdas com o roubo de carga.
“Isto não é aceitável. É um problema que precisa ser, no mínimo, atenuado”, declara Carlos Morassutti, diretor de assuntos corporativos da Volvo do Brasil. “Queremos ser um motivador para a sociedade discutir este tema, pois o custo em vidas e os prejuízos financeiros são altos demais para serem negligenciados”, diz Tommy Svensson, presidente da Volvo do Brasil, que fará a abertura do Fórum, às 8h30.
Debates e palestras
Também participarão como palestrantes e debatedores o presidente da NTC & Logística, Flávio Benatti; o gerente de planejamento estratégico da Volvo do Brasil, Sérgio Gomes; a especialista em trânsito e coordenadora pedagógica do programa de treinamento de motoristas da Volvo, Nereide Tolentino; o gerente de central de tráfego da Unilever, Leonardo Rubinato; a diretora de operações logísticas do Grupo Júlio Simões, Irecê Andrade; e o presidente da Cargolift Logística, Markenson Marques.
O Fórum Volvo de Segurança no Trânsito integra o conjunto de ações do PVST (Programa Volvo de Segurança no Trânsito), iniciativa da Volvo do Brasil, que produz caminhões, ônibus e equipamentos de construção no Brasil e está sediada em Curitiba, no Paraná.
O crescimento de setores como logística, bebidas e frigoríficos tem impulsionado a venda de caminhões, que tem apresentado altos índices de aumento da produção. Liderado pela Mercedes-Benz, o segmento também se beneficia com o aquecimento da indústria automobilística.
A Ford, por exemplo, terceira no ranking nacional, em julho, cresceu mais que o dobro do segmento (29,6%) e registrou 1.998 unidades no varejo, que lhe deram uma participação de 17%.
Por sua vez, a Volkswagen Caminhões e Ônibus aproveita o momento favorável para alavancar a produção não só de caminhões como de ônibus. A estratégia vai de encontro à necessidade de um setor, que segundo especialistas, chegou a ver filas de espera de até seis meses para compra, demonstrado que há uma bela fatia de mercado a ser abocanhada.
Para se ter uma idéia, no segmento, a Volkswagen mantém grandes clientes no setor de logística, como a Binotto e a Julio Simões, que recentemente fecharam grandes compras, além de distribuidores de bebidas como a AmBev e a Femsa. No agronegócio, a empresa fornece unidades para frigoríficos como Bertin e Friboi.
Na Volkswagen, a idéia é aumentar de 47 mil caminhões produzidos no ano passado para 60 mil em 2008, enquanto no segmento de ônibus urbanos, a montadora pretende ampliar seu market share de 33% para 38% até o final deste ano, com o lançamento de um novo modelo, esquentando a disputa no setor.
"Queremos produzir 60 mil veículos na fábrica de Resende e esse número tende a aumentar ano que vem, podendo chegar a 75 mil", contabilizou Antonio Roberto Cortês, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, em entrevista ao DCI.
Cortês explicou que no segmento de caminhões, a empresa tem hoje 31,4% de participação de mercado. No ranking nacional, a Volkswagen perde apenas para a Mercedes-Benz, e é seguida por Ford Caminhões, Scania, Volvo e Iveco, na seqüência. No ano passado, imediatamente um modelo de caminhão da Volks quebrou um tabu de anos ao ser o mais vendido do ano, posto garantido por um bom tempo pela Mercedes-Benz.
Ainda nos ônibus, a Volks tem como meta para este ano, de chegar a casa dos 10 mil coletivos fabricados. "O negócio representa hoje 20% dos negócios da divisão", comentou o presidente.
A Volkswagen exporta unidades nos dois segmentos de atuação. No caso dos caminhões, eles saem de Resende para mais de 30 países, e, além disso, são mantidas linhas de produção no México e na África do Sul. Quanto aos ônibus, cerca de 10% da produção é exportada para países da América Latina, África e Oriente Médio.
Em relação às filas de espera, a Cortês afirma que elas estão diminuindo, ao passo que a produção vem aumentando. Ele salientou que "alguns modelos são vendidos em pronta entrega e outros, que se encontram nos segmentos mais movimentados, são entregues em até 90 dias".
No caso dos ônibus, onde a empresa dobrou a fabricação entre 2005 e 2007, chegando a 7 mil unidades, o tempo médio para receber um veículo está na casa de dois meses. Entre os compradores dos ônibus, as principais praças estão Rio de Janeiro, Salvador, Belém e Goiânia, entre eles estão empresas como Real, Rápido Araguaia, HP Transportes, Cotego e Reunidas.
Em 2007, o faturamento bruto da montadora no segmento de ônibus e caminhões foi de R$ 5,2 bilhões, enquanto o faturamento líquido total da montadora foi de R$ 21,2 bilhões. No Brasil, existem 140 autorizadas de caminhões; destas, mais de 60 também atendem os clientes de ônibus.
No início do mês, a Volkswagen Caminhões anunciou seu plano de expansão para até 2018, quando pretende exportar o equivalente a 25 mil veículos da fábrica em Resende, para serem montados na China, Índia e Rússia. O aumento na demanda dos principais países emergentes do mundo irá puxar a ampliação da capacidade da montadora.
Os investimentos devem alcançar R$ 2 bilhões nos próximos 10 anos. "Nossa vocação é crescer 20% a cada ano e a estratégia é estar em todos os países em desenvolvimento", disse Roberto Cortes, na ocasião. Para o executivo, a idéia é abrir unidades nos três países para montar os veículos com peças exportadas de Resende. A companhia já conta com filiais com esse mesmo perfil de produção na África do Sul, Colômbia e México.
As exportações da Volkswagen de caminhões e ônibus já alcançam 30% da produção atual da fábrica de Resende. No início de julho, a empresa anunciou o terceiro turno de produção a partir de setembro, com a contratação de 1,3 mil funcionários.
O clima vai esquentar em Vilhena (RO) entre os dias 19 e 21 de setembro! É que a cidade rondoniana - conhecida como “Portal da Amazônia” – vai sediar a próxima etapa classificatória da prova amadora para motoristas profissionais, o evento itinerante mais tradicional das estradas brasileiras: a 20ª GINCANA DO CAMINHONEIRO, que conta com promoção da revista Caminhoneiro, patrocínio da Volkswagen Caminhões e apoio da Cummins Motores Diesel, Pneus Goodyear e Texaco do Brasil.
Para participar da disputa, basta ser caminhoneiro (motorista profissional categorias C, D ou E) e inscrever-se na hora. Já para garantir a classificação e ter a chance de ficar mais perto de valiosos prêmios – um caminhão VW Constellation 24.250 para o campeão; um automóvel Fox City para o vice-campeão e um Gol Special para o terceiro colocado - o caminhoneiro precisa “driblar cones” na pista especialmente montada no Posto Parada Grande (localizado na av. Celso Mazutti, 8377, na saída para Cuiabá). Ou seja, tem que participar da prova do slalom, que consiste em percorrer, no menor tempo possível, um percurso pré-determinado, ziguezagueando entre os cones e sem derrubar nenhum deles.
Para não deixar dúvidas quanto aos resultados, a prova é observada atentamente por uma dupla de cronometristas homologada pela Confederação Brasileira de Automobilismo, que, com a ajuda de uma foto-célula, acompanha os tempos e indica as três melhores performances da etapa.
Os finalistas de Vilhena garantem lugar na grande final do evento, que será realizada em 30 de novembro, na cidade de São Miguel dos Campos (AL), quando 24 profissionais do volante (classificados ao longo das oito etapas da 20ª GINCANA DO CAMINHONEIRO) vão decidir, no braço, quem será o vencedor dos cobiçados prêmios!
A 20ª GINCANA DO CAMINHONEIRO ainda traz, aos transportadores de carga e a seus familiares, cursos gratuitos de inclusão digital, que visam inteirá-los das vantagens da conectividade, consultas via internet e utilização de e-mails. Palestras técnicas sobre temas de interesse do caminhoneiro – como motores e pneus, por exemplo – também têm lugar de destaque no evento.
E na noite de domingo (21/9), no encerramento da sexta etapa da 20ª GINCANA DO CAMINHONEIRO, por volta das 19h, após a divulgação dos classificados, será realizado show de música regional.
A sexta etapa da 20ª. GINCANA DO CAMINHONEIRO acontece de 19 a 21 de setembro, no Posto Parada Grande – Avenida Celso Mazutti, 8377, na saída para Cuiabá (MT) - das 8h às 18h.
De acordo com a fila de espera, as inscrições podem ser encerradas antecipadamente.
A fabricante brasileira Agrale entrega o primeiro lote de veículos Agrale Marruá para a Marinha do Brasil. Desenvolvido para atender aos requisitos operacionais militares, o Agrale Marruá foi homologado e adotado como veículo padrão para utilização como viatura de transporte em várias aplicações.
As primeiras unidades foram entregues ao Corpo de Fuzileiros Navais, que completa dois séculos de existência este ano. Fabricada de acordo com as especificações das Forças Armadas, essa versão do Agrale Marruá 4x4, denominada AM2-MB TNE, tem características únicas, como a pintura especial que garante maior resistência à corrosão causada pelo mar e pneus especiais para uso em terreno arenoso. O veículo possui também motor MWM Diesel com injeção eletrônica e transporta seis ocupantes, dois na frente e quatro na parte traseira, com seus equipamentos individuais.
Versátil e de fácil manutenção, o Agrale Marruá foi testado pela Marinha do Brasil nas mais diversas situações. "A adoção do Agrale Marruá como veículo padrão da Marinha comprova que atingimos nosso objetivo de oferecer um veículo robusto e com custo operacional adequado, atendendo a todas as exigências das Forças Armadas. Trabalhamos para que o nosso veículo colabore da melhor forma para as atividades dessa importante corporação", destaca Hugo Zattera, presidente da Agrale.
A família de veículos Agrale Marruá é produzida na unidade montadora de veículos da empresa, em Caxias do Sul (RS), e conta com 100% de componentes nacionais, fornecidos por fabricantes de padrão de qualidade mundial.
A FedEx Express, maior empresa de transporte expresso do mundo e fornecedora de soluções de logística global, anuncia o lançamento do serviço de transporte porta-a-porta de cargas perigosas no Estado do Rio Grande do Sul. São consideradas cargas perigosas aquelas que podem colocar em risco a saúde, a segurança ou a propriedade e, por isso, estão sujeitas a regras bastante singulares de transporte.
O serviço, conhecido como Dangerous Goods (DG), permitirá que diversos segmentos da economia gaúcha tenham acesso ao mundo todo por meio de um serviço rápido, eficiente e, principalmente, seguro. O DG é um transporte técnico que permite desde o envio de uma pequena amostra de sangue, até, por exemplo, protocolos de pesquisa para certificações ambientais. Na região do estado, as principais empresas beneficiadas com a novidade serão aquelas voltadas ao tratamento e beneficiamento de couro, indústria química e petroquímica, automotiva, alimentícia, de cosmético, laboratórios e hospitais.
O DG já está disponível para 25 cidades do estado, como Porto Alegre, Caxias do Sul e Gravataí, onde a FedEx Express possui toda a infra-estrutura necessária para operar com cargas perigosas: estações equipadas com material de atendimento de emergência, licenças ambientais, equipamentos de segurança de transporte equipamentos de segurança de transporte e veículos adaptados para este fim.
Além disso, a empresa possui uma equipe treinada e certificada pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que coleta diariamente remessas desses municípios e as consolidam no Centro de Operações de Porto Alegre, de onde as remessas são enviadas diretamente ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo.
Cinco vezes por semana, as remessas de produtos perigosos, juntamente com as remessas provenientes de outros serviços, são enviadas de Viracopos a Memphis (Tennessee/EUA), de onde são destinadas para mais de 220 países do globo. O tempo de trânsito para o Dangerous Goods para os gaúchos é de dois a cinco dias úteis, dependendo do destino.
Atualmente, a FedEx Express é uma das maiores transportadoras de Dangerous Goods no mundo e, só no Brasil, realiza uma média de 120 envios diários de DG, considerando as remessas de São Paulo e Campinas, cidades já beneficiadas pelo serviço da FedEx Express no País.
Cidades atendidas pelo DG no Rio Grande do Sul
As cidades que já possuem cobertura do serviço de Dangerous Goods da FedEx Express no Estado do Rio Grande do Sul são: Barão, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Gravataí, Ivoti, Lindolfo Collor, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Porto Alegre, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul.
Sobre a FedEx Express
A divisão da FedEx Express América Latina e Caribe atende mais de 50 países e territórios em toda América Latina e Caribe e emprega mais de 3.400 pessoas comprometidas com a total satisfação do cliente, a cada dia útil do ano.
A Ramos Transportes (www.ramos.srv.br) investe para expandir sua presença no Rio de Janeiro. A transportadora ampliou seu atual terminal de cargas na cidade do Rio e, ainda este ano, deve inaugurar mais duas unidades no estado.
Ampliação - Agora, o terminal de cargas da Ramos no Rio de Janeiro ocupa uma área de 6.500m². Somente o depósito cross-docking soma 4.800m². Até o final setembro, a transportadora vai abrir mais duas unidades no estado: uma na cidade de Volta Redonda e outra em Campos.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento e Expansão da transportadora, Tibério Ramos, com a inclusão do serviço de distribuição de cargas no Rio de Janeiro, em especial na capital, a Ramos espera manter o crescimento de receita dos últimos anos - de 15%, em média. “Estamos muito motivados com a operação de distribuição no Rio de Janeiro. Hoje a realizamos apenas para poucos clientes localizados no Nordeste e Norte. Com a abertura das filiais no interior do estado passaremos, a pedido de inúmeros clientes, a distribuir cargas procedentes de todo o país”, explica Tibério.
A Ramos Transportes prevê, inicialmente, a criação de 40 empregos diretos nas duas unidades a serem inauguradas e 25 na nova unidade do Rio. “Decidimos aumentar a nossa presença nas regiões Sul e Sudeste. No segundo semestre de 2008 e no decorrer do próximo ano serão abertas novas unidades nestas regiões”, informa o executivo, acrescentando que as atuais filiais terão seus terminais expandidos ou transferidos para locais mais amplos.
Fonte: Canal do Transporte
A três dias do lançamento do novo Actros na Alemanha, a Mercedes-Benz mostra que não está para brincadeira. Ontem (20), numa espetacular prévia da apresentação oficial da terceira geração de um dos maiores sucessos da marca no mundo, nada menos que 350 modelos de demonstração saíram da fábrica alemã de Wörth direto para os concessionários da marca naquele país.
Comboio - Conduzido pelos próprios vendedores, o comboio de 350 novos Actros seguiu para concessionárias Mercedes-Benz de diversos pontos da Alemanha. A montadora transformou a saída dos caminhões num show. Numerados e alinhados lado a lado numa rampa na porta da fábrica, os caminhões saíram um por um a cada 30 segundos direto para a estrada.
O novo Actros será lançado oficialmente na Alemanha no próximo sábado (23). A nova geração do caminhão, que já teve 550 mil unidades vendidas em mais de 100 países, também marcará presença de destaque como uma das estrelas da Mercedes-Benz no Salão de Veículos Comerciais de Hanover em setembro.
Sobre o Actrus
O Actros, que, segundo a montadora, ganhou mais de 30 modificações - principalmente no design - chega ao mercado com transmissão manual totalmente automatizada Mercedes-PowerShift como padrão. Esta exclusiva tecnologia da montadora combina transmissão manual com controle eletrônico, que realizam diversas funções operacionais.
A versão tem opções de motores BlueTec V6 de 320 cavalos de potência 476 cv e V8 de 510 cv a 598 cv, ambos já disponíveis na versão Euro 5. "O exclusivo BlueTec combina economia com ecologia. Mais de 100 mil caminhões Mercedes-Benz BlueTec em operação no mundo desde a sua criação, há três anos, até agora economizaram cerca de 300 milhões de litros de diesel e pouparam o ambiente de 700 mil toneladas de emissões de CO2", disse o responsável pela Mercedes-Benz Trucks Europe/Latin América, Hubertus Troska. Desde que foi introduzida no mercado, em 1996, a família de pesados Mercedes-Benz Actros vendeu aproximadamente 550 mil unidades em mais de 100 países.
Pela primeira vez em um caminhão, de acordo com a montadora, o Actros incorpora um sistema de controle de nível para garantir que a cabine permaneça na horizontal em pavimentos desiguais. Além da ampla cabine e de um novo sistema de ar condicionado com temperatura controlada, o modelo conta com suspensão automática. No interior, mesas rebatíveis e armários.
Fonte: Canal do Transporte
A Mercedes-Benz do Brasil alcançou o marco histórico de 2.200.000 quilômetros rodados de testes operacionais em ônibus abastecidos com biodiesel. São 1.800.000 quilômetros com a mistura B20 e 400.000 com B5. Esta alta quilometragem foi obtida em dois anos de testes sob condições severas com 23 ônibus da Viação Cidade Dutra, que atua no transporte coletivo urbano da cidade de São Paulo.
“Esta é a maior quilometragem de testes operacionais com biodiesel entre os fabricantes de veículos comerciais da América do Sul”, afirma Gilberto Leal, gerente de Desenvolvimento de Motores. A capacidade tecnológica e a experiência mundial da Daimler AG são fundamentais para os avanços com biodiesel no País.
Com o alcance de 1.800.000 quilômetros rodados na cidade de São Paulo, a Empresa finalizou os testes operacionais com o biodiesel B20. A partir de agora, os motores serão desmontados completamente no Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Mercedes-Benz do Brasil, na fábrica de São Bernardo do Campo, para avaliação de peças e componentes.
O objetivo da desmontagem é averiguar a influência do uso do biodiesel em termos de emissões, desempenho, confiabilidade e durabilidade do motor. Nessa etapa são verificados também o desgaste de peças e componentes, efeitos da ação química e formação de borra, além de outros itens.
Durante os testes operacionais com B5 e B20, foram analisadas cerca de 550 amostras de óleo lubrificante, demonstrando a preocupação da Empresa em avaliar todos os itens que influenciam o desempenho dos motores.
Melhoria da qualidade do ar
Numa cidade como São Paulo, que conta com uma frota circulante de cerca de 15.000 ônibus, os benefícios do biodiesel são muito evidentes. O uso da mistura B20 em toda essa frota resultaria, por exemplo, numa redução de emissão de aproximadamente 72 mil toneladas de gás carbônico por ano, contribuindo significativamente para a redução de emissões dos gases de efeito estufa.
A contribuição do biodiesel para a melhoria da qualidade do ar é decisiva também por outros fatores, como, por exemplo, a redução de emissões de material particulado em cerca de 35%.
Motores Mercedes-Benz prontos para o B5
Desde o mês de março deste ano, os caminhões, ônibus e modelos Sprinter Mercedes-Benz, novos e usados, de qualquer ano de fabricação, podem ser abastecidos com biodiesel B5, não sendo necessária nenhuma alteração na motorização. Com isso, a Empresa se antecipa à legislação de emissões, uma vez que o uso do B5 será exigido no Brasil somente a partir de 2013.
Testes operacionais com B100 em caminhões
Maior fabricante de caminhões e ônibus da América Latina, a Mercedes-Benz do Brasil segue testando sua linha de veículos comerciais com variados percentuais de biodiesel, de 20 (B20) a 100 (B100), fazendo controle e acompanhamento de todas as fases a fim de garantir aos clientes a confiabilidade dos produtos.
Atualmente, a Empresa vem realizando testes de operação com biodiesel B100, em parceria com clientes que atuam em condições severas de transporte. Os testes envolvem caminhões em médias e longas distâncias rodoviárias e em aplicações fora-de-estrada.
A Volkswagen Caminhões e Ônibus apresenta a sua nova solução para o transporte de passageiros: os ônibus Volksbus V-Tronic. A montadora é a primeira a oferecer de fábrica veículos equipados com câmbio de acionamento mecânico, mas sem alavanca de mudança de marchas e sem o pedal de embreagem. Para o motorista, é como dirigir um ônibus automático, e para o frotista as operações de manutenção são as mesmas de uma caixa de câmbio mecânica. A apresentação dos Volksbus V-Tronic ocorre durante o Seminário da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU, dias 19 e 20 de agosto em Brasília (DF).
Desenvolvidos pela Volkswagen Caminhões e Ônibus em parceria com a ZF Transmissões, os Volksbus VW 17.230 EOD V-Tronic e VW 17.260 EOT V-Tronic foram testados pela montadora em condições reais de uso em algumas das maiores capitais brasileiras, rodando em itinerários com grande número de paradas para entrada e saída de passageiros. O resultado foi a aprovação de frotistas ao novo conceito de transporte, que não exige manutenção cara, melhora o custo operacional e ainda conta com a garantia e com a rede de concessionários autorizados Volkswagen.
Há 15 anos no mercado, os modelos de chassis de ônibus Volksbus conquistaram clientes no Brasil e no exterior. A marca é a vice-líder do segmento desde o lançamento do ônibus urbano VW 16.180 CO, o seu primeiro modelo. Com os novos V-Tronic, agora são dez os produtos à disposição do consumidor, indo do mini ônibus com 5 toneladas ao chassi rodoviário com suspensão pneumática. Todos vendidos também a mais de 30 países da América Latina, África e Oriente Médio.
Um novo conceito veicular
A Volkswagen Caminhões e Ônibus desenvolveu um novo conceito veicular que alia as características positivas de cada uma das tecnologias de câmbio disponíveis no mercado. A montadora apresenta os modelos V-Tronic equipados com caixa de câmbio mecânica convencional (sistema com engrenagens) e embreagem convencional de baixo custo de reposição, mas sem alavanca de mudança de marchas e sem o pedal de embreagem. O consumo de combustível é próximo do modelo com câmbio manual, e o motorista dirige com segurança, sem tirar as mãos do volante.
O sistema controla as mudanças de marcha de acordo com a condição de peso do veículo, inclinação do piso, posição do pedal do acelerador e acionamento da embreagem - tudo eletronicamente. Isso maximiza a vida útil dos elementos internos da caixa de câmbio e da embreagem, e quando o freio de serviço é acionado, o sistema passa a reduzir as marchas, auxiliando no processo de frenagem e economizando as lonas de freio. O sistema ainda controla o uso abusivo da embreagem e sua durabilidade, “educando” o motorista na sua utilização, resultando em vida longa desse componente.
“Como todo o trabalho de acionamento de marchas do ônibus é poupado, o motorista de um Volksbus V-Tronic necessita de um menor número de horas para seu treinamento. O meio ambiente também é beneficiado com a economia nos gastos com óleo diesel e peças de reposição”, explica Ricardo Alouche, diretor de Vendas e Marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Testado e aprovado no Brasil
Para comprovar a eficiência da sua nova solução de transporte urbano, a Volkswagen Caminhões e Ônibus criou, em parceria com importantes clientes de todo o Brasil, uma frota avançada com dez ônibus Volksbus V-Tronic. Os modelos enfrentaram condições meteorológicas extremas, como o calor de Recife (PE) e o frio de Curitiba (PR). Também experimentaram os congestionamentos recordes de São Paulo (SP), e as exigências do relevo de Belo Horizonte (MG). O desempenho foi acompanhado de perto pelas áreas de Engenharia, Assistência Técnica e Qualidade Assegurada da montadora.
O resultado é o lançamento dos chassis VW 17.230 EOD V-Tronic e VW 17.260 EOT V-Tronic, cujas características de operação também poderão ser adaptadas a países em desenvolvimento cujas condições de trânsito são semelhantes às brasileiras. Os novos modelos são produzidos pela moderna fábrica de Resende, que para atender às demandas dos mercados aquecidos de caminhões e ônibus, está aumentando sua capacidade, com um terceiro turno de produção que lhe permitirá atingir a marca diária de 300 veículos montados no início de 2009.
A preocupação da indústria alimentícia em proteger os alimentos contra bactérias deve ser constante, mas em muitos casos, fica restrita à etapa do processamento. Quando os alimentos passam para os baús frigoríficos dos caminhões, acabam por ficar sem a devida precaução, comprometendo a qualidade microbiológica e a proteção do alimento.
Somente uma minúscula parcela da frota de caminhões baús frigoríficos está preparada para atender adequadamente a indústria alimentícia, que atende o Brasil de ponta a ponta utilizando transporte rodoviário. Até pouco tempo, o transporte alimentício era órfão de soluções bacteriostáticas. Recentemente, a Fibralit, que fabrica laminados planos de alto desempenho para revestimentos de caminhões e também para salas de processamento de alimentos, buscou uma solução para o setor e incorporou em seus laminados a proteção antimicrobiana desenvolvida pela empresa norte-americana Microban®.
Aplicada durante a fabricação dos laminados da Fibralit Cargo, a tecnologia Microban® é uma ação contínua contra os principais microorganismos que degradam alimentos e podem causar contaminações e maus odores. Esta tecnologia já vem sendo utilizada com sucesso em outros produtos da indústria alimentícia, como o piso UCRETE, da BASF, para frigoríficos; facas profissionais da Tramontina; e botas de EPI da Italbotas. Inibindo o crescimento de bactérias e fungos, a ação antibacteriana dura por toda a vida dos produtos, minimizando os riscos de contaminação cruzada e reduzindo os biofilmes (as superfícies ficam mais fáceis de limpar), mantendo a aparência de novas por mais tempo.
A proteção antimicrobiana não elimina os procedimentos normais de limpeza, mas é um importante complemento à higiene. A cada ano a indústria alimentícia impressiona com novas tecnologias e soluções no processamento de alimentos que primam em prolongar a vida útil do alimento. A tecnologia Microban® é mais uma importante arma para a indústria na manutenção da proteção do alimento, além de minimizar desperdícios decorrentes da deteriorização dos produtos.
Sobre a Tecnologia Microban®
A Microban® é uma multinacional norte-americana, líder mundial em tecnologia de soluções antimicrobianas, que utiliza ingredientes aprovados para contato seguro com pessoas, alimentos e animais. No Brasil está disponível em diversos produtos como pranchas de corte e potes plásticos para culinária (Plasútil), cabos de facas, tábuas de corte culinário e talheres infantis Catty Toys (Tramontina), termopratos (Soprano), alicates de cutícula (Merheje), inaladores e umidificadores (NS), GyoClean Impermeabilizante, Kit Epóxi e BioProtege Selante Aerosol (Gyotoku), assentos sanitários (Deca), pisos laminados (Durafloor), MDF e MDP (Duratex), superfícies de quartzo (Silestone), acrílicos para banheiras e ofurôs (Lucite) e peças de madeira (Origin). Para a indústria há diversos equipamentos, como botas industriais em PVC (Italbotas), laminados para revestimentos de caminhões e câmaras frigoríficas (Fibralit), pisos industriais (Basf) e esteiras transportadoras de alimentos (Rexnord), entre outras marcas.
Aprovada pelo SCF (Comitê Científico para Alimentos da União Européia), a tecnologia antibacteriana Microban® é a primeira no mundo a ter fórmulas aprovadas para contato seguro com alimentos pela NSF (National Sanitation Foundation - EUA) e NSF do Brasil, aplicações em produtos registrados na EPA (Agência de Proteção Ambiental) e ingredientes aprovados pela FDA (Food and Drug Administration - EUA). Possui testes de eficácia feitos por laboratórios independentes ao redor do mundo, que comprovam a sua eficiência na inibição do crescimento de bactérias e fungos na superfície dos produtos.
Em continuidade ao plano de expansão da frota, a Expresso Mirassol anunciou investimentos de R$ 13 milhões neste semestre, para aplicar na compra de carretas com três eixos distanciados, caminhões de menor porte e sistemas de comunicação e rastreamento.
Dalton Rodrigues Salgueiro, diretor de operações da empresa, disse que o objetivo é ampliar os negócios e manter a política de renovação de frota e destaca que até fim deste ano a transportadora terá investido mais de R$ 33 milhões em renovação e ampliação da frota e em sistemas de comunicação e rastreamento.
De janeiro a julho deste ano, a empresa já havia investido R$ 20 milhões para a aquisição de caminhões do tipo cavalo mecânico, máquinas para movimentação de contêineres e implementos rodoviários. Atualmente, a empresa presta serviços de transporte e logística para a indústria automobilística, de autopeças, petroquímica, siderúrgica, de alimentos e de bebidas, entre outras.
Fenasucro: NSK apresenta rolamentos de classe mundial e serviços de ponta para o setor de açúcar e álcool
De 2 a 5 de setembro, a fabricante de rolamentos NSK participa da XVI Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira (Fenasucro), que acontece em Sertãozinho, interior de São Paulo, no Centro de Eventos Zanini. Considerado um dos principais eventos mundiais do setor, a feira reúne empresários, políticos e técnicos, vindos dos mais diversos países. A empresa estará presente no estande 102 - pavilhão 1, em parceria com o distribuidor Pull Rolamentos, de Ribeirão Preto (SP).
O setor sucroalcooleiro no Brasil passa por um dos melhores momentos de sua história, com expansão, modernização e sendo reconhecido mundialmente como um gerador de energia renovável. Tal cenário tem acarretado o aumento da demanda e, consequentemente, a redução da entressafra. É crescente o número de usinas que têm investido na automação de processos, na profissionalização da mão-de-obra e na busca por soluções para melhoria da performance na produção. Diante disso, o rolamento - considerado por especialistas um dos componentes mais importantes da mecânica - ganha destaque. A quebra de rolamentos em uma usina de álcool e açúcar pode retardar toda a cadeia produtiva - que vai da moagem da cana-de-açúcar ao produto final, chegando ainda a comprometer a logística e a competitividade dessas empresas.
Por isso, somente um rolamento de classe mundial, aliado a um serviço de ponta, pode assegurar o perfeito funcionamento de todo o sistema. Entre os produtos da NSK destinados aos equipamentos do setor sucroalcooleiro, o rolamento autocompensador de rolos da série HPS ocupa lugar de destaque e poderá ser conferido no estande da empresa. Dimensionado para suportar grandes exigências em aplicações críticas, ele atende as necessidades técnicas específicas das peneiras rotativas, ventiladores e exaustores, por exemplo. Além disso, por possuir maior capacidade de carga e maior limite de rotação, os rolamentos da série HPS alcançam vida útil mais longa em relação aos rolamentos similares conhecidos no mercado.
Outro destaque para o setor são os rolamentos da Linha 6000, ideais para serem utilizados em motores elétricos e bombas, que exigem componentes com alto desempenho e fácil reposição. Produzidos na fábrica da NSK em Suzano (Grande São Paulo), esses rolamentos possuem alta qualidade e são utilizados originalmente em bombas e motores elétricos dos principais fabricantes.
Sobre a NSK Brasil
A NSK iniciou suas atividades no Brasil em 1970. Foi a primeira fábrica do grupo aberta fora do Japão que está em atividade. Hoje, produz aproximadamente 50 milhões de rolamentos por ano em sua fábrica em Suzano (Grande São Paulo). Além disso, a empresa é responsável por comercializar no Brasil a linha completa de rolamentos fabricados mundialmente pela marca.
Sobre a NSK no mundo
Fundado em 1916, o grupo japonês NSK conta hoje com 60 fábricas e tem faturamento global anual de 6 bilhões de dólares. A companhia tem escritórios de venda em 24 países espalhados pelos cinco continentes, emprega mais de 20 mil colaboradores e produz praticamente todos os tipos de rolamentos, num total de 1,25 bilhão de peças por ano.
Em função do uso indevido do nome Fórmula Truck e de promoções que sugerem um evento ligado a organização da única categoria de caminhões homologada pela CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo -, a presidente da King Truck Shows e Eventos, Neusa Félix, dona dos direitos do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, esclarece que não apóia e nem tem qualquer ligação com as categorias clandestinas que porventura se fizerem passar pela verdadeira Fórmula Truck brasileira.
Homologada no final de 1995, a categoria criada pelo caminhoneiro e piloto Aurélio Batista Félix, falecido em março último, passou pelo menos seis anos trabalhando em vários itens de segurança antes de serem analisados pelo CTDN – Conselho Técnico Desportivo Nacional e aprovados a partir de vários testes práticos.
O trabalho de prevenção de acidentes com veículos de competição que ultrapassam os quatro mil quilos exigiu uma série de pesquisas e testes durante todos esses anos, e a construção de acessórios que dificilmente podem ser copiados de uma hora para outra, sugere o risco de falhas que podem causar sérios acidentes e conseqüências graves aos competidores e público presente no autódromo.
“A nossa preocupação é que pequenos grupos de simples amantes do automobilismo transformem uma vontade de se divertir em fatos que podem ser tornar notícias trágicas na mídia. Somos completamente contra qualquer investida amadorística nesse sentido e alertamos o público da Fórmula Truck que não apoiamos e nem temos qualquer ligação com esses grupos”, alerta Neusa Félix, presidente da Fórmula Truck.
Qualquer esclarecimento pode ser feito através de consultas pelo site www.formulatruck.com, sempre com as informações atualizadas da F-Truck.
Texto: Dinho Leme
Chega ao mercado o SulAmérica Caminhão, seguro desenhado para veículos de carga. O produto apresenta garantias e serviços que atenderão às necessidades deste segmento. Com um mercado em expansão e já explorado pela seguradora, o seguro para caminhão recebeu nova roupagem e está ainda mais focado nas necessidades deste "Este é um mercado potencial que apresenta um grande campo a ser explorado. Queremos oferecer um produto inovador participar deste segmento de maneira diferenciada", afirma Carlos Alberto Trindade, vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica Seguros e Previdência.
Uma das novidades está na operação de basculamento, garantia adicional que cobre prejuízos sofridos pelo caminhão basculante segurado ocasionados por acidentes durante operações de carga e descarga.
Além disso, a seguradora ampliou as opções de diárias por indisponibilidade, garantia adicional já oferecida pela companhia e que tem como intuito compensar a perda financeira pelo tempo em que o veículo ficou inativo. A garantia, que antes abrangia o período de 15 dias, foi ampliada e passa a oferecer também a opção de contratação por 30 dias, em ambos os períodos, com valores que variam de R$ 75,00 a R$ 220,00.
Como acontece no seguro para automóvel, o caminhoneiro passa a contar também com a opção de franquia reduzida, deixando a critério do segurado a escolha que mais se adeque às suas necessidades.
Algumas vantagens exclusivas foram incorporadas ao pacote oferecido pelo seguro. Uma delas é a parceria com a Bandag / Rede BTS, empresa especialista em recapagem de pneus, que disponibilizará balanceamento e alinhamento grátis para os segurados da companhia nas cidades de abrangência da Rede.
Outro benefício é o desconto adicional de 5% para peças e serviços da Rede HC Pneus (exceto pneus), nos estados de Minas Gerais, Pará, Ceará e Pernambuco. "Outros benefícios serão inclusos na apólice do SulAmérica Caminhão, pois acreditamos que, com estes diferenciais, o caminhoneiro se sentirá cada vez mais seguro e contará com a nossa proteção nos seus trajetos diários" conclui o executivo. O novo seguro SulAmérica Caminhão está disponível em todo o País.
A Randon apresenta durante a Equipo Mining 2008 o Randon Minerale, em Minas Gerais, entre 19 e 22 de agosto, que inclui carroceria basculante para aplicação fora de estrada em caminhões específicos para mineração e construção. A empresa orienta que o equipamento foi desenvolvido com as mais modernas tecnologias disponíveis e por isso é mais leve, apresenta maior velocidade de basculamento, menor peso e garante maior produtividade nas operações.
O produto passou por exaustivos testes experimentais e desde abril está em operação na Vale, tendo demonstrado excelente desempenho. A nova carroceria pode ser aplicada em caminhões modelos 6X4, 8X4 e 10X4 com capacidades volumétricas de 14 a 22 m³. Com mais este produto, a Randon, que já é tradicional fornecedora de basculantes para o transporte em rodovias, passa a atuar com maior foco também nas aplicações fora-de-estrada.
Ficha técnica:
Para caminhão 8X4
- Capacidade técnica: 40t
- Capacidade volumétrica: 18m³
- Tara: 5.450 kgf
- Ângulo de basculamento: 55º
- Ciclo de basculamento: 29s
- Largura: 2,60m
A fábrica da Volvo do Brasil, em Curitiba, no Paraná, iniciou esta semana o segundo turno na produção de caminhões e a fabricação irá passar gradativamente de 56 para 77 caminhões por dia, até setembro deste ano. O novo turno, das 17h à 1h30, não tem prazo para encerrar e para isso a companhia está contratando cerca de 200 funcionários, os quais já estão sendo treinados pela fábrica. O primeiro turno, por sua vez, funciona das 8h às 17h.
"Conseguimos mais componentes para a produção e estamos nos adequando ao mercado, que continua aquecido", afirma Bernardo Fedalto, gerente de caminhões da linha "F". São os modelos da linha "F" que serão produzidos no segundo turno. De janeiro a julho deste ano, a Volvo vendeu 5896 caminhões pesados e semipesados no mercado doméstico, 40,4% a mais que o registrado no mesmo período de 2007, quando comercializou 4199 unidades.
"Esta é a segunda vez que a Volvo institui um segundo turno na linha de produção de caminhões, desde que a empresa começou a fabricar veículos no Brasil em 1980", lembra Carlos Morassuti, diretor de RH e assuntos institucionais da Volvo do Brasil.
- Turnos
Desde o ano passado as fábricas de motores e de cabines instaladas dentro do complexo industrial da Volvo na Cidade Industrial de Curitiba já operam em três turnos. Os motores e cabines adicionais são exportados para outras unidades do grupo Volvo em outros continentes. Em Curitiba, sede sul-americana, a Volvo produz caminhões e chassis de ônibus, equipamentos de construção em Pederneiras, interior de São Paulo, e também comercializa motores marítimos e industriais da marca Penta produzidos na Suécia.
De 2006 a 2008, a Volvo está investindo US$ 110 milhões na atualização de sua linha de veículos e em melhorias no parque fabril. Além do mercado brasileiro, a Volvo vende caminhões para toda a América do Sul e, eventualmente, para outros mercados, como o Oriente Médio e África.
A Honeywell Turbo Technologies atingiu a produção de 140 mil turbos Garrett no período de janeiro a julho deste ano, com crescimento próximo de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado permite à empresa prever fechar o ano com volume superior às 240 mil unidades registradas em 2007, o que se constituirá em recorde histórico desde a sua instalação no Brasil, em 1976.
O diretor-geral José Rubens Vicari esclareceu que o forte desempenho é resultado da evolução das vendas de veículos comerciais leves, caminhões e ônibus, mas também de programas voltados ao mercado de reposição. Entre essas ações estão a ampliação da rede de assistência técnica em todo o País; o programa de instalação assegurada e o lançamento de novos produtos, como o turbo Titan Tractor, para caminhões Volkswagen e Ford, e o modelo Ball Bearing, com mancais roletados, para o segmento esportivo.
O executivo salientou, também, que a evolução do mercado e a conseqüente maior produção colocam a empresa muito próxima de atingir a marca de quatro milhões de turbos produzidos no mercado brasileiro.
A Honeywell Turbo Technologies desenvolve e produz turbos Garrett para todos os fabricantes de motores de pick-ups, caminhões, ônibus e máquinas agrícolas, como AGCO, Agritech, CNH, Agrale, Fiat, Ford, Mercedes-Benz, MTU, MWM-International, Perkins, Scania, Troller, Valtra, Volkswagen e Volvo.
As crianças amparadas pelo Criança Esperança, importante campanha promovida pela Rede Globo e pela UNESCO, acabam de receber uma contribuição de peso. A Volkswagen Caminhões e Ônibus, em parceria com a Associação das Concessionárias Caminhões e Ônibus – ACAV, cedeu para o projeto um caminhão VW Constellation 19.320, que será destinado a uma das entidades participantes da campanha para uso exclusivo no transporte de insumos.
A ação demonstra mais uma vez a preocupação da Volkswagen Caminhões e Ônibus em apoiar projetos e causas sociais e ambientais. “Com o apoio ao Criança Esperança, além de firmar ainda mais a marca no mercado, estaremos contribuindo para um futuro melhor de centenas de crianças e adolescentes de todo o País”, diz Roberto Cortes, presidente da montadora.
Reconhecido pela Organização das Nações Unidas - ONU - como modelo internacional, o Criança Esperança incentiva o debate sobre políticas públicas e transforma vidas. Em 23 anos de campanha, mais de R$ 191 milhões em doações foram integralmente investidos no Brasil em mais de 5 mil projetos sociais. Tais contribuições garantiram os direitos de mais de três milhões de crianças e adolescentes, ajudaram a reduzir a mortalidade e o trabalho infantil, a combater a exploração sexual de meninos e meninas e a preparar jovens de baixa renda para o mercado de trabalho.
Empresa responsável
A Volkswagen Caminhões e Ônibus se destaca não apenas como uma das maiores montadoras da América Latina, mas como empresa que se preocupa com o bem-estar de seus empregados e com o futuro do meio ambiente. Alguns exemplos são o Projeto Formare, que seleciona estudantes carentes para profissionalização na fábrica de Resende, e o Programa de Reconhecimento, que estimula a criatividade no ambiente de trabalho.
A montadora mantém desde 2003 uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica para o plantio de mudas de árvores, recuperando regiões degradadas no Sul Fluminense. A empresa é ainda pioneira na pesquisa e desenvolvimento do biodiesel e realiza diversos testes junto a clientes como o Grupo Bertin. Recentemente, lançou o selo B5 em seus caminhões e ônibus, indicando que os produtos já estão aptos para receber uma mistura de até 5% de biodiesel (B5) ao óleo diesel convencional usado em seus motores.
A Daimler Trucks decidiu ampliar a capacidade de produção de caminhões, ônibus e componentes na planta da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo, Brasil. Atualmente, a planta está trabalhando próxima à sua capacidade máxima de produção. Dessa forma, o aumento de vendas somente poderá ser atendido com a eliminação dos gargalos de produção e a expansão das operações de manufatura. A medida visa atender à alta demanda por veículos comerciais da Mercedes-Benz no Brasil e no mercado externo.
A produção diária da planta será aumentada em 25%. Já no início de 2009, a Mercedes-Benz estará cumprindo a primeira etapa desse crescimento. “O anúncio de hoje reafirma claramente nosso comprometimento com o País”, diz Gero Herrmann, presidente da Mercedes-Benz do Brasil.
Este novo investimento irá assegurar a competitividade da fábrica na próxima década, permitindo um atendimento mais rápido aos clientes. Adicionalmente, a Empresa planeja otimizar a flexibilidade de produção para reagir às flutuações de mercado no futuro. O investimento também será usado para a modernização dos processos produtivos, na melhoria do sistema de logística e para aumentar o índice de nacionalização dos produtos.
“Para atender a todos esses objetivos, a Empresa investirá R$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos três anos”, explica Gero Herrmann. Além disso, com o intuito de acompanhar o aumento na capacidade de produção na unidade de São Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz irá ampliar o quadro de funcionários que, atualmente, possui mais de 12.000 colaboradores. A definição do número de novas contratações está em fase de planejamento na Empresa.
Liderança nas vendas de caminhões e ônibus
A Mercedes-Benz é líder de vendas de caminhões no mercado brasileiro, tendo comercializado 22.778 unidades no acumulado de janeiro a julho deste ano, atingindo 31% de participação. A Empresa também liderou as vendas em 2007, encerrando o ano com 31.166 caminhões vendidos e garantindo 31% de participação.
A Empresa também lidera as vendas no segmento de ônibus. Entre janeiro e julho deste ano, foram comercializadas 9.211 unidades no mercado brasileiro, o que representa 50% de participação. Durante o ano de 2007, a Mercedes-Benz registrou um volume de vendas superior a 12.600 unidades, mantendo-se na liderança com 52% de participação.
A Mercedes-Benz do Brasil é a maior exportadora de veículos comerciais da América Latina. Seus produtos são vendidos para mais de 50 países, de toda a América Latina e de outros continentes. Entre os principais mercados estão Argentina, Chile, Peru, Egito, Nigéria, África do Sul e Jordânia. No ano passado, comercializou cerca de 9.700 caminhões e 9.400 ônibus ao mercado externo.
A planta de São Bernardo do Campo produz caminhões e ônibus há mais de cinqüenta anos. A Empresa superou o marco de mais de 1.600.000 unidades produzidas desde 1956, ano em que iniciou suas atividades no Brasil. Este é um volume inédito entre os fabricantes de veículos comerciais no País.
A concessionária Deva, de Belo Horizonte/MG, entregou para o Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais, dois furgões Iveco Daily 55C16 H3 transporte de brigadistas e equipamentos para combater incêndios florestais. Segundo a coordenadora da Força Tarefa Contra Incêndios do IEF, Cláudia Martins de Melo, são os primeiros veículos do gênero no Brasil desenvolvido com o know how local.
Implementados sobre o maior furgão do mercado, os Iveco Daily do IEF receberam gabinetes para transportar o equipamento necessário para suas tarefas, como bombas manuais, motobombas, mangueiras, filtros de água potável, abafadores, enxadas, pás, máscaras de gás, kits de primeiros socorros e pranchas para imobilização de vítimas. Além disso, ele é capaz de transportar dez pessoas além do motorista em área ampla e isolada do compartimento de carga.
Os Iveco Daily 55C16 também foram equipados com dois toldos retráteis no teto - que os permitem se transformar em postos avançados de comando - e projetores de luz para auxiliar no combate ao fogo durante a noite. Os furgões foram totalmente decorados com fotos coloridas das brigadas em ação, aviões e helicópteros do instituto em ação, numa imagem moderna e dinâmica.
A Mercedes-Benz, com a exposição do furgão e do chassi com cabina da linha Sprinter, estará presente na 28ª Convenção Anual da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores. Considerada a maior feira do setor na América Latina, a ABAD 2008 será realizada, entre os dias 11 e 14 de agosto, no Expotrade, em Curitiba, Paraná.
O furgão e o chassi Sprinter destacam-se no setor atacadista e distribuidor pela versatilidade de aplicação, permitindo o transporte de diversos tipos de produtos, como, por exemplo, caixas, móveis, flores, alimentos e congelados, entre outras mercadorias.
“Os modelos Sprinter oferecem mais vantagens para atacadistas e distribuidores, como agilidade no trânsito, elevada capacidade de carga e reduzido custo operacional, assegurando rentabilidade para os clientes”, diz Sérgio Galhardo, gerente de Vendas da linha Sprinter da Mercedes-Benz do Brasil.
O furgão Sprinter que estará exposto no estande da marca na ABAD 2008 é o modelo 313 CDI, versão longo com teto alto, de 3.550 mm de entreeixos. O chassi com cabina é o modelo 313 CDI de 3.550 mm de entreeixos, que pode receber diversos tipos de carroçaria para cargas secas ou frigorificadas.
A mais completa linha de comerciais leves
A Mercedes-Benz oferece aos atacadistas e distribuidores a mais completa linha de veículos comerciais leves do País. Entre os furgões são três versões de entreeixos (curto/3.000 mm, longo/3.550 mm e extra-longo/4.025 mm), com teto alto ou baixo, resultando em quatro opções de capacidade volumétrica de carga: 7 / 9,1 / 10,4 / 13,4 metros cúbicos.
O furgão oferece altura interna de 1.633 mm, chegando a 1.855 mm na versão teto alto. O modelo pode receber também porta dupla lateral corrediça de fábrica, permitindo que as operações de carga e descarga sejam feitas pelos dois lados do veículo com rapidez e segurança.
No caso do chassi com cabina, o Sprinter oferece duas versões de entreeixos: 3.550 mm (com rodado duplo ou simples) e 4.025 milímetros (rodado duplo). Este modelo se destaca pela elevada capacidade de carga.
A linha Sprinter, que também inclui o modelo van para transporte de passageiros, é formada por 26 diferentes configurações, assegurando ampla flexibilidade de escolha para os clientes.
A Unidade de Equipamentos Hidráulicos da Soprano mostra seus equipamentos e soluções destinados à caminhões de mineradoras durante a Equipo Mining 2008, feira de demonstração de máquinas e tecnologia para mineração. O evento será realizado de 19 a 22 de agosto, na Mina de Águas Claras, em Nova Lima, Minas Gerais. Entre os produtos apresentados pela empresa estão a nova linha de Cilindros Hidráulicos Telescópicos, Série SC, indicado para basculamento de caçambas de caminhões. De acordo com a fabricante, um dos diferenciais do novo modelo é o alto padrão tecnológico, que o torna mais forte, rápido e seguro.
A companhia mostra também seu Kit Hidráulico Minério, conjunto de acessórios com alta tecnologia e performance para ser montado no caminhão, junto com o cilindro hidráulico. O equipamento tem a função de fornecer óleo, controlando a subida e a descida do cilindro hidráulico telescópico. Disponível em diversos modelos para os segmentos rodoviários e de mineração, dispondo de tomadas de força para todas as caixas de câmbio dos maiores fabricantes.
A empresa comenta que seus produtos permitem maior agilidade no processo de instalação e manutenção, proporcionando aos veículos de linha pesada e leve, a execução da operação de basculamento em um menor tempo e com maior segurança, gerando maior produtividade e reduzindo os gastos com combustível e manutenções. O Cilindro Telescópico Série SC possui hastes revestidas com cromo duro, o que aumenta a durabilidade dos equipamentos.
A Mercedes-Benz, em parceria com os concessionários Mecasul, Metropolitana e Savar, realiza em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, entre 11 e 13 de agosto, mais uma etapa do Atego Road Show, ação itinerante de demonstração de caminhões da linha Atego para frotistas e caminhoneiros. O evento acontece nas instalações do Porto Seco - Logística e Transporte, av. Plínio Kroeff, 1.000, bairro do Sarandi.
Numa primeira etapa, que tem duração até dezembro deste ano, os semipesados 1518, 2425 e 2428 do Atego Road Show percorrerão 25 cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.
"Queremos destacar para os clientes as vantagens oferecidas pelos caminhões Atego, como robustez no trânsito intenso das áreas urbanas e agilidade na estrada, tecnologia avançada, reduzido consumo de diesel e excelente relação custo-benefício", diz Mário Laffitte, gerente de Marketing - Comunicação da Mercedes-Benz do Brasil.
Em cada uma das localidades do Atego Road Show, a Mercedes-Benz e seus concessionários recebem clientes para diversas atividades. A exposição dos caminhões e do motor eletrônico do Atego e a realização de palestras técnicas enfatizam os diferenciais dos produtos da marca para o segmento de semipesados, como, por exemplo, o reduzido custo operacional, que assegura maior rentabilidade nas operações de transporte.
O Atego Road Show vem percorrendo regiões com forte presença de caminhões semipesados, reforçando a contribuição do Atego para que os clientes desse segmento de transporte de carga obtenham a excelência em seus negócios.
Parceria da fábrica com os concessionários
O Atego Road Show conta com envolvimento de diversos parceiros, como as equipes de Vendas e Pós-Venda da Mercedes-Benz e dos concessionários. Profissionais da área de Vendas realizam as palestras sobre os caminhões Atego e o motor eletrônico OM 926 LA. Já os representantes de Pós-Venda apresentam produtos e serviços como a linha RENOV de remanufaturados, a campanha de peças genuínas e os treinamentos realizados pela fábrica.
O modelo Sprinter de treinamento e divulgação da linha RENOV acompanha os caminhões Atego, expondo um motor e um câmbio da linha de produtos remanufaturados.
A Mercedes-Benz demonstrará a força, robustez e ampla capacidade de carga do caminhão basculante fora-de-estrada Actros 4144 8x4 durante a Equipo Mining 2008, uma das principais feiras do setor de mineração no País, que será realizada de 19 a 22 de agosto em Nova Lima, Minas Gerais.
"O Actros 4144 basculante é um caminhão específico para nichos de mercado, principalmente em severas aplicações fora-de-estrada, como na mineração e grandes obras da construção civil", afirma Eustáquio Sirolli, gerente de Marketing de Produto - Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.
Realizada numa área de mina de 100 mil metros quadrados, a Equipo Mining se destaca por apresentar veículos, máquinas e equipamentos em simulações de condições reais de operação. Esse conceito de evento permite uma demonstração ainda mais dinâmica das vantagens que o Actros oferece para os clientes que atuam na mineração, como força, resistência e alta disponibilidade do caminhão para as longas jornadas de trabalho sob condições severas.
Actros 4144 oferece elevada capacidade de carga
Com peso bruto total - PBT de 48.000 kg e capacidade máxima de tração - CMT de 123.000 kg, o Actros 4144 8x4 permite a utilização de básculas de até 20 metros cúbicos, garantindo elevada capacidade de carga. Esta é uma vantagem essencial para os clientes que atuam na mineração, setor que demanda grandes volumes de carga.
O conjunto de suspensão do Actros 4144 é extremamente robusto, com molas para 54.000 kg, capacidade super dimensionada para a aplicação do veículo, que trabalha com folga mesmo em condições extremas de carga.
O motor eletrônico do Actros 4144, o OM 501 LA turbocooler, de 6 cilindros em V, com 435 cv de potência a 1.800 rpm e 214 mkgf de torque a 1.080 rpm, atende com folga às demandas da mineração e construção civil pesada, que necessitam de velocidades operacionais elevadas e maior capacidade de subida.
Axor 3340 destaca vantagens do fora-de-estrada
Além da demonstração dinâmica do Actros durante a Expo Mining, o estande da Empresa expõe mais dois caminhões basculantes fora-de-estrada: outro modelo Actros 4144 8x4 e o Axor 3340 6x4. Isso permite uma apresentação ainda maior de itens de conforto, segurança e tecnologia desses veículos pesados.
O Axor 3340 6x4 é equipado com o motor eletrônico OM 457 LA de 401 cv de potência a 1.900 rpm e de 204 mkgf de torque a 1.100 rpm, assegurando um CMT de 123.000 kg. Este modelo posiciona-se ao lado de outros sete caminhões pesados fora-de-estrada da Mercedes-Benz, oferta que permite ampla flexibilidade na configuração de cabinas, motorização e componentes, dando ao cliente inúmeras alternativas de escolha do caminhão de acordo com suas necessidades.
Além da mineração, o caminhão Axor 3340 6x4 é indicado para construção civil, agroindústria, usinas de açúcar e álcool e madeireiras. O modelo é oferecido ao mercado nas versões cavalo-mecânico, plataforma e basculante, sendo utilizado também em multicomposições, como bitrem, rodotrem e treminhão.
Scania disponibilizou - entre 28 e 31 de julho - o treinamento Master Drive aos doze finalistas da "Competição Melhor Motorista de Caminhão do Brasil", evento que foi realizado no primeiro semestre deste ano. Já o curso foi realizado nas dependências da fábrica da montadora, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista e foi ministrado por instrutores treinados pela montadora.
A empresa orienta que o curso auxilia os motoristas na condução ideal do veículo e ajuda a obter melhor desempenho do produto, proporcionando diminuição no consumo de combustível, menos desgaste dos pneus e maiores intervalos de manutenção. Outro objetivo do curso, que já treinou mais de 11 mil condutores, é incentivar o motorista a dirigir de forma segura e responsável.
O treinamento foi entregue como prêmio ao primeiro colocado de cada uma das doze etapas regionais da competição encerrada no dia 31 de maio. O grande campeão foi Roberto César Octaviani, da cidade de Osvaldo Cruz, interior paulista, que venceu a etapa de Ribeirão Preto (SP).
O Master Driver faz parte do portfólio de serviços da Scania e está disponível aos clientes em um dos 98 pontos de atendimento da rede de concessionárias da marca.
A MWM International Motores inaugurou em 5 de agosto a linha de usinagem dos blocos em ferro grafite compactado dos motores Big Bore MaxxForce, de 11 e 13 litros, em sua unidade industrial de Santo Amaro, na capital paulista. O presidente e CEO da empresa, Waldey Sanchez, disse que o projeto foi desenvolvido em 18 meses e a linha de usinagem é uma das mais modernas do mundo. A unidade foi escolhida no ano passado numa concorrência mundial para fornecer os blocos usinados, que irão equipar os caminhões pesados da Navistar, das linhas WorkStar, TranStar e ProStar.
O MaxxForce 11 e o MaxxForce 13, que atendem a norma de emissões EPA 07, serão os primeiros motores diesel de serviços pesados na América do Norte com avanços em tecnologia industrial a oferecer um bloco de motor com fundição em CGI. Após a usinagem, os blocos serão enviados para a fábrica de motores da Navistar, em Huntsville, Alabama, nos Estados Unidos. O volume previsto para a produção no primeiro ano é de 10 mil blocos, dobrando para 20 mil no segundo e 30 mil no terceiro. A empresa investiu US$ 36.8 milhões para o novo negócio.
Criado por um procedimento de muita precisão, que envolve a adição de magnésio ao ferro cinza fundido num ponto específico do processo de fundição, o ferro grafite compactado (CGI) oferece significativas vantagens sobre o ferro cinza tradicional. O CGI é 70% mais resistente e 40% mais rígido, e seu limite de fadiga é o dobro do ferro cinza. Além disso, a estrutura molecular especial do CGI resiste a fraturas. O bloco em ferro grafite será fundido e fornecido pela Indústria de Fundição Brasileira Tupy, que possui planta em São Paulo, o que facilita o processo logístico.
As máquinas que compõem a linha de montagem, por sua vez, foram fornecidas pela Alfing Corporation, Grupo Dürr e Grob do Brasil S/A. A Grob desenvolveu a integração dos equipamentos e os softwares personalizados e exclusivos para operarem com o Big Bore.
A partir da sexta etapa da Fórmula Truck, competição com caminhões que leva mais 40 mil pessoas aos autódromos brasileiros a cada evento, ocorrida no início do mês na cidade de Londrina (PR), a Boessio Competições passou a ter mais uma grande empresa apoiando o seu desenvolvimento na categoria. A Recrusul da cidade de Sapucaia do Sul (RS) passou a estampar a logomarca no caminhão Volvo 77 do piloto Régis Boessio visualizando uma oportunidade de aliá-la a tecnologia de ponta utilizada nos trucks de competição.
Com tecnologia e know-how desenvolvidos a mais de meio século, a Recrusul oferece as melhores soluções na área de refrigeração industrial, transporte frigorífico, refrigeração para transporte, tanques e silos, além de condicionadores de ar para ônibus. Com o desenvolvimento de projetos específicos, e a produção das ferramentas necessárias, garante economia e eficiência operacional, com grande durabilidade das instalações e equipamentos.
A parceria com a equipe de Régis Boessio é o primeiro passo da empresa que projeta um envolvimento maior ainda com a categoria de caminhões. Quem revela isso é o responsável pela área de marketing da empresa Anselmo Rocha: "A Recrusul como fabricante de implementos rodoviários, vai buscar participar cada vez mais de eventos como este. A Fórmula Truck como ferramenta para fidelização de clientes é muito importante, pois nos ajuda a dar uma experiência nova ao cliente, ele tem a oportunidade de ver estes bólidos voando baixo nas pistas, é uma emoção muito grande. Este sentimento perdura e isto é o que queremos que o cliente sinta, um sentimento duradouro de confiança nos nossos produtos".
"O propósito ao entrar na F-Truck é associar nossa marca com a tecnologia de ponta usada nos trucks, sua velocidade e segurança. Nosso público alvo, são os atores da logística no Brasil, são caminhoneiros, donos de frotas e todos aqueles que de uma forma ou de outra utilizam os implementos rodoviários fabricados pela Recrusul. Neste momento nossa fábrica esta trabalhando para tornar nossos implementos mais fortes, mais leves e com maior capacidade de carga útil, pois estes são atributos que nosso cliente busca. Sem perder as marcas que já conquistamos, ou seja, de ser um implemento de referência no Brasil. Nossos semi-reboques frigoríficos, nossos tanques para combustíveis, alimentos, óleos, químicos, etc. são fabricados dentro das mais rigorosas especificações, não somente internacionais como nacionais também, porque nossa logística tem muitas particularidades, tais como condições de estradas, clima, fornecimento de peças, entre outros", enfatiza o senhor Anselmo.
"Em relação a participação na prova de Londrina, foi um espetáculo. Acreditamos que atingimos o objetivo, apesar do pouco tempo que tivemos para nos preparar. Nesta primeira prova como parceiros do Boessio, tínhamos como objetivo aprender as melhores maneiras de usar esta excelente ferramenta de marketing em favor de nossa marca e de nossos clientes e acredito que atingimos isto. Um de nossos clientes que participou do evento disse-nos: 'Trabalho com caminhões a vida toda, meu pai já trabalhava antes de mim, nunca tinha visto uma coisa com tanta adrenalina envolvendo caminhões'. Então para nós da Recrusul isso prova a importância de trazer os clientes para vivenciar esta experiência única. No futuro nossa participação deverá ser mais forte e teremos ótimos resultados com a associação desta modalidade esportiva a nossa marca", encerra o diretor.
A Boessio Competições tem por objetivo superar os desafios e alcançar as primeiras posições no campeonato de caminhões, por isso considera de suma importância consolidar parcerias vencedoras como está acontecendo com a Recrusul. O time que tem o piloto Régis Boessio na disputa terá novamente uma competição nas pistas no dia 14 de de setembro tendo por local o Autódromo de Campo Grande (MS).
Acesse o website da equipe: www.boessiocompeticoes.com.br
Para maiores informações da empresa acesse: www.recrusul.com.br
A Cavenaghi, principal empresa brasileira de adaptação veicular e de produtos para a reabilitação de pessoas com deficiência física do país, comemora o projeto da Prefeitura de São Paulo que vai sortear 80 alvarás entre taxistas exclusivos para transporte de pessoas com redução da mobilidade. A empresa assessorou a Secretaria Municipal de Transporte e apresentou um modelo específico com medidas de segurança e conforto para o cadeirante. "A Cavenaghi é líder no mercado e temos uma empresa que pode oferecer o melhor para os cadeirantes. Ficamos muito felizes em contribuir para esse projeto e facilitar a vida de muitos", acredita a Diretora Comercial Mônica Cavenaghi.
Sempre atenta às novas normas de acessibilidade, a Cavenaghi já havia apresentado na Reatech 2008 o modelo Dobló Táxi, com teto elevado, fixador, cinto de três pontos e plataforma elevatória que facilita o acesso de quem utiliza cadeiras de rodas conforme prevê a lei nº 14.401, de 21 de março de 2007 da prefeitura do município de São Paulo que prevê no artigo 1º que os veículos de aluguel providos de taxímetros utilizados para transporte individual de passageiros poderão ser adaptados para atender as necessidades de deslocamento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E o artigo 2º explica que os veículos deverão ser adaptados com plataforma elevatória na extremidade traseira ou lateral.
A Cavenaghi é hoje um dos principais centros de referência em reabilitação e mobilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida na América Latina, agregando em um mesmo local: loja, oficina, fábrica, setores administrativos, show room de produtos e serviços, salas de integração e acompanhamento terapêutico, além de um auditório (60 lugares) disponível à realização de convenções, palestras e cursos de aperfeiçoamento. "Esse projeto oferece visibilidade ao público cadeirante e suas necessidades, e tantos outros serviços disponíveis para área de adaptação veicular, cadeiras, acessórios, entre outros", explica Mônica.
Além de vários modelos de adaptação veicular e acessórios, a Cavenaghi apresentou recentemente mais de 15 lançamentos em cinco linhas de atuação da empresa (Transporte, Autonomia, Direção, Cadeiras de Roda e Acessórios). Na Linha Transporte a tecnologia Kangoo Piso Baixo, lançada em parceria com a Renault com muitas inovações. A nova versão é composta por uma rampa de acesso menor que a solução anterior e rebaixamento da suspensão do carro, oferecendo maior estabilidade e segurança para o cadeirante ao entrar e sair do veiculo. Esta tecnologia também possibilita ao cadeirante ficar na mesma altura dos outros passageiros.
Segundo a diretora comercial Mônica Cavenaghi, a adaptação é a mais recomendada para o transporte de cadeira de rodas. "Este modelo de transporte é o que há de mais inteligente no mercado, facilita a entrada e a saída do cadeirante no veículo. O acesso ao interior do automóvel é feito por uma rampa dobrável automática, que fecha na vertical por meio de um acionamento da chave do carro e paralelamente à porta traseira do veículo, economizando espaço interno", explica Mônica.
Outro lançamento da linha foi a "Van" Master carro homologado pela Renault pode ser comprado direto da fábrica já adaptado, o que representa uma inovação no setor de transporte coletivo. Com capacidade para até 12 passageiros (sendo quatro cadeirantes) mais o motorista, o automóvel segue padrões de segurança internacionais, desde a fixação das cadeiras de roda até o cinto de segurança de três pontos. O veículo também conta uma plataforma elevatória automática de fácil acesso.
Toda a Linha Direção foi exposta na feira, mas o grande destaque é o CMC (Comando Manual Comfort), comando manual de aceleração e frenagem que possibilita ao condutor frear o veículo ao mesmo tempo em que ele acelera. O novo sistema utiliza varões (astes) no freio e no acelerador, dispensando o uso de cabos, já que estes comprometem a segurança do sistema. Trata-se de uma alavanca instalada na parte lateral do volante, acionada por movimento vertical, e que também é compatível com carros automáticos. A praticidade da nova tecnologia proporciona conforto inigualável para o condutor do veículo, devido à posição da alavanca e da facilidade em acelerar e frear o veículo.
Na Autonomia os lançamentos foram os modelos exclusivos de bancos giratórios, em três opções: Na primeira, o banco Rotante gira para fora e para dentro do veículo, facilitando a entrada e a saída. Na segunda, o banco Orbital Versão Manual e o Banco Versão Automática fazem o mesmo giro, porém, ao chegarem do lado de fora, eles descem próximo ao chão oferecendo mais segurança ao deficiente. A terceira opção está o banco Móvel de alta tecnologia que se desloca do carro e se conecta a cadeira de rodas, assim o mesmo banco utilizado no veículo em uma base especial pode ser utilizado na cadeira de rodas, sem a necessidade de deslocar o cadeirante de um banco para o outro.
A Marcopolo apresentou recentemente o Viaggio 1050 Fretamento, versão específica para o segmento. Segundo a empresa, o veículo oferece conforto, segurança e baixa manutenção e é destinado para o transporte de executivos, colaboradores e operários de empresas, além para locomoção em trajetos intermunicipais.
A empresa destaca que o modelo é o mais econômico da categoria, com menor custo operacional, menor consumo de combustível e alcança os melhores preços de revenda. Outra vantagem é a sua fácil manutenção, já que possui componentes e peças disponíveis em toda a rede Marcopolo no País.
O ônibus vem equipado com poltronas do modelo executiva, que atendem as normas nacionais de segurança e conforto e tem capacidade para até 49 passageiros. Para ampliar a acústica interna, possui parede de separação entre o salão de passageiros e o motorista.
A Mercedes-Benz realiza em Araranguá, Santa Catarina, nos dias 5 e 6 de agosto, mais uma etapa do Atego Road Show, ação itinerante de demonstração de caminhões da linha Atego para frotistas e caminhoneiros. O evento acontece nas instalações da Savepe, concessionário da marca localizado na rodovia BR 101, km 412, Cidade Alta.
Numa primeira etapa, que tem duração até dezembro deste ano, os semipesados 1518, 2425 e 2428 do Atego Road Show percorrerão 25 cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.
“Queremos destacar para os clientes as vantagens oferecidas pelos caminhões Atego, como robustez no trânsito intenso das áreas urbanas e agilidade na estrada, tecnologia avançada, reduzido consumo de diesel e excelente relação custo-benefício”, diz Mário Laffitte, gerente de Marketing – Comunicação da Mercedes-Benz do Brasil.
Em cada uma das localidades do Atego Road Show, a Mercedes-Benz e seus concessionários recebem clientes para diversas atividades. A exposição dos caminhões e do motor eletrônico do Atego e a realização de palestras técnicas enfatizam os diferenciais dos produtos da marca para o segmento de semipesados, como, por exemplo, o reduzido custo operacional, que assegura maior rentabilidade nas operações de transporte.
O Atego Road Show vem percorrendo regiões com forte presença de caminhões semipesados, reforçando a contribuição do Atego para que os clientes desse segmento de transporte de carga obtenham a excelência em seus negócios.
Parceria da fábrica com os concessionários
O Atego Road Show conta com envolvimento de diversos parceiros, como as equipes de Vendas e Pós-Venda da Mercedes-Benz e dos concessionários. Profissionais da área de Vendas realizam as palestras sobre os caminhões Atego e o motor eletrônico OM 926 LA. Já os representantes de Pós-Venda apresentam produtos e serviços como a linha RENOV de remanufaturados, a campanha de peças genuínas e os treinamentos realizados pela fábrica.
O modelo Sprinter de treinamento e divulgação da linha RENOV acompanha os caminhões Atego, expondo um motor e um câmbio da linha de produtos remanufaturados.
A punição imposta ao líder do campeonato Geraldo Piquet, quinto colocado ontem, por ter excedido a velocidade máxima permitida nos boxes durante um “drive-thru”, resultou na perda dos oito pontos conquistados na prova de Londrina (este imposto por queima do radar de 160 km/h na reta).
“Quando chegamos aqui em Londrina para a disputa do primeiro treino livre, tínhamos como objetivo recuperar a liderança de marcas para a Volkswagen. Ficamos muito satisfeitos de atingir este objetivo e também por melhorar nossa colocação no campeonato de pilotos”, diz Valmir Benavides.
Hisgué ocupa a quarta colocação na tabela, com 84 pontos, um a mais que Felipe Giaffone, o quinto. Os dois pilotos da RM Competições podem sair da próxima etapa da Formula Truck, na liderança do campeonato. Isso porque o primeiro colocado tem 98 pontos, uma diferença de 14 para Benavides e 15 para Giaffone. Em cada etapa, cada piloto pode acumular até 31 pontos.
“Antes da desclassificação, o campeonato já tinha ficado bastante embolado. Agora, então, a vantagem do líder diminuiu ainda mais na tabela. Volto a repetir: os cinco primeiros colocados do campeonato devem brigar ponto a ponto pelo título até a corrida final do ano”, afirmou Giaffone.
Renato Martins ressalta o esforço da sua equipe, a RM Competições, em lutar pelo tricampeonato neste ano: ele foi campeão em 2006 com seu Volkswagen Constellation e, no ano passado, o time faturou o título de marcas e o de pilotos, com Felipe Giaffone.
“As próximas etapas serão em pistas com longas retas, que devem favorecer nossos adversários, mas em compensação estamos evoluindo a cada etapa para tirar esta desvantagem imposta por regulamento”, afirmou Renato Martins, o sétimo na tabela, logo à frente de sua companheira de equipe, Débora Rodrigues.
Ontem, a única mulher da Fórmula Truck voltou a marcar pontos. “Conquistei mais de dez posições na pista, em um circuito de difícil ultrapassagem. Isso mostra que nosso caminhão está bem competitivo em todo o tipo de traçado”, afirma Débora.
A próxima etapa da Fórmula Truck será no dia 14 de setembro, em Campo Grande (MS).
Disputada na tarde deste domingo (3), a sexta etapa tornou ainda mais equilibrada a disputa pelo título do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck. A segunda vitória consecutiva do paranaense Wellington Cirino, a presença no pódio de Valmir Benavides, Felipe Giaffone e Roberval Andrade e uma punição ao líder da competição, Geraldo Piquet, fizeram com que os principais candidatos à taça saíssem de Londrina bem próximos na pontuação.
O resultado deste domingo deixou os cinco primeiros colocados na tabela de classificação separados por 15 pontos, com 124 ainda em disputa nas quatro corridas que faltam para o fim da temporada. “O campeonato está totalmente em aberto, isso é o que mais importa”, considera Andrade, que terminou a corrida em quarto e caiu de segundo para terceiro na pontuação, reduzindo sua desvantagem em relação ao líder Piquet de 24 para 11 pontos.
Sexto no grid, Andrade foi o destaque da largada da prova. Atacando pelo lado externo da pista, assumiu o terceiro lugar e abriu caça ao vice-líder Giaffone. Na quinta volta, derrapou e foi superado por Benavides. “Eu pilotei o tempo todo no limite, por isso errei e perdi a posição. O quarto lugar está dentro da realidade do fim de semana. O desempenho não esteve no nível dos testes que fizemos aqui, a pista mudou bastante de lá para cá”, considerou.
O pernambucano Beto Monteiro, companheiro de Andrade na Roberval Motorsport, terminou em sétimo, depois de cumprir um drive thru por excesso de velocidade no ponto da pista onde um radar fiscaliza o limite de 160 km/h. “Eu fui traído pelo contagiros, que estava com mau contato e me deu a referência errada. Passei pelo radar a 161 km/h. Foi uma pena, eu vinha bem, em quinto, tanto é que fiz a segunda volta mais rápida da corrida”, apontou.
Pedro Muffato, também piloto da Scania, voltou a pontuar, em sexto lugar, depois de largar em 17º. Ele enfrentou problemas de dirigibilidade durante todo o fim de semana. “Cada curva para a direita era um martírio. Eu mudei a trajetória, fiz tomadas diferentes várias vezes, nada adiantou. O problema é no caminhão, mesmo, vamos ter que encontrar um acerto para isso”, disse o paranaense da MP Motorsport. “Diante disso, marcar pontos foi ótimo”.
A corrida deste domingo teve três intervenções do Pace Truck. A primeira foi a programada da 12ª volta, para reagrupamento dos caminhões e atribuição de pontos aos seis primeiros colocados. A segunda, na 19ª volta, para a limpeza da pista após o estouro do motor Volvo de Fabiano Brito, que sujou de óleo o asfalto na altura da curva do Estádio. Dada a relargada, um acidente entre Piquet e Luís Carlos Zappelini no mesmo ponto devolveu o carro de serviço à pista.
Zappelini, autor da volta mais rápida da corrida – cravou 1min39s131 na quinta passagem, com média de 114,212 km/h –, saiu da pista e bateu no muro de proteção. Acabou desclassificado por atitude anti-desportiva. Piquet, a exemplo de Diumar Bueno e Gastón Mazzacane, teve 20 segundos acrescidos ao tempo de prova por excesso de velocidade nos boxes durante o cumprimento de drive-thru. Adalberto Jardim, por queima de relargada, recebeu a mesma punição.
Após 25 voltas, o resultado final da sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, já consideradas as punições em tempo, foi o seguinte:
1º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), 59min34s468
2º) Valmir Benavides (SP/Volkswagen), a 4s068
3º) Felipe Giaffone (SP/Volkswagen), a 4s925
4º) Roberval Andrade (SP/Scania), a 5s161
5º) Djalma Fogaça (SP/Ford), a 6s855
6º) Pedro Muffato (PR/Scania), a 9s356
7º) Beto Monteiro (PE/Scania), a 10s183
8º) Débora Rodrigues (SP/Volkswagen), a 11s505
9º) Fred Marinelli (SP/Iveco), a 13s546
10º) Adilson Magalhães (SP/Iveco), a 15s557
11º) Renato Martins (SP/Volkswagen), a 17s230
12º) Vinicius Ramires (SP/Mercedes-Benz), a 17s817
13º) Vignaldo Fízio (SP/Mercedes-Benz), a 19s055
14º) Régis Boessio (RS/Volvo), a 22s706
15º) José Cangueiro (SP/Mercedes-Benz), a 25s149
16º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), a 25s641
17º) Adalberto Jardim (SP/Iveco), a 34s464
18º) Leandro Totti (PR/Ford), a 38s156
19º) Diumar Bueno (PR/Volvo), a 43s590
20º) Gastón Mazzacane (ARG/Mercedes-Benz), a 44s007
21º) José Maria Reis (GO/Volkswagen), a 1 volta
22º) Jonatas Borlenghi (SP/Ford), a 2 voltas
23º) Fabiano Brito (PR/Volvo), a 6 voltas
NÃO COMPLETOU
Leandro Reis (GO/Volkswagen), a 12 voltas
DESCLASSIFICADO
Luís Carlos Zappelini (SC/Volvo)
NÃO LARGOU
João Marcos Maistro (PR/Volvo)
O paranaense Wellington Cirino venceu o Grande Prêmio Aurélio Batista Félix, sexta etapa do Campeonato Brasileiro de F-Truck realizada neste domingo (3) no Autódromo Internacional de Londrina Ayrton Senna. Largando na pole position Cirino se manteve na frente, em alguns momentos com sobra, deixando claro que tinha equipamento para garantir a vitória na pista onde sofreu um grande acidente em 2005. “Tenho certeza que recuperei a confiança para acelerar e devo muito ao novo caminhão que estreei em Fortaleza. O acidente já é coisa do passado”, explicou Cirino que marcou sua segunda vitória consecutiva (venceu também em São Paulo) e agora ocupa o segundo lugar no campeonato com 92 pontos, apenas seis atrás de seu companheiro de equipe Geraldo Piquet.
O dia foi mesmo tumultuado para o piloto Geraldo Piquet da equipe ABF Competições Mercedes-Benz que conseguiu se manter na liderança do campeonato mesmo tendo sido protagonista dos acontecimentos mais marcantes da etapa de Londrina. Piquet largou em 23º porque não participou da tomada de tempo do sábado após sofrer um acidente a mais de 170 km/h quando derrapou e bateu forte com o Volvo de João Maistro. Fez uma prova de recuperação perfeita e cruzou a linha de chegada em quinto subindo ao pódio apesar da punição pelo excesso de velocidade no radar. No final da prova ele recebeu a notícia de uma nova punição por ter ultrapassado a velocidade nos boxes justamente quando cumpria a primeira punição passando pelos boxes. Caiu na classificação geral de quinto para a 16ª posição.
Porém, foi no final da prova que o filho mais velho do tricampeão mundial de F-1 passou a ser o maior destaque no circuito paranaense. Na disputa pela quinta posição com o catarinense Luiz Carlos Zappelini, os dois acabaram se batendo e Zappelini foi para fora da pista com o pneu traseiro direito furado. Segundo Zappelini que entrou com reclamação na direção de prova para a desclassificação de Piquet, a batida do piloto de Brasília foi premeditada e ele deveria ser punido severamente. “O Piquet (Geraldo) sabia que ia ter que pagar o drive thru e me tirou da prova intencionalmente. O dia que morrer alguém em um acidente sério a organização vai tomar uma providência”, disse Zappelini inconformado por ter recebido o documento que dava como improcedente sua reclamação. Zappelini ainda recebeu a desclassificação por atitude antidesportiva por ter batido no caminhão do Piquet quando da bandeira amarela após o acidente.
Com a desclassificação de Piquet, Djalma Fogaça (Ford) passou a ser o quinto colocado na prova. Completaram o pódio de Londrina, Valmir Benavides em segundo e Felipe Giaffone em terceiro, os dois pilotos da RM Competições Volkswagen e Roberval Andrade (Scania) em quarto.
O resultado Londrina deixou o campeonato embolado para os cinco primeiros colocados. Com a diferença de 15 pontos do primeiro para o quinto colocado na tabela, qualquer um deles pode sair da prova de Campo Grande como líder do campeonato. Em cada etapa estão em jogo 31 pontos. A sétima etapa marcada para Campo Grande será no dia 14 de setembro.
Resultados da Fórmula Truck em Londrina
1º) Wellington Cirino (PR), Mercedes-Benz, 25 voltas em 59m34s468
2º) Valmir Hisgué Benavides (SP), Volkswagen, a 4s068
3º) Felipe Gaiffone (SP), Volkswagen, a 4s925
4º) Roberval Andrade (SP), Scania, a 5s161
5º) Djalma Fogaça (SP), Ford, a 6s855
6º) Pedro Muffato (PR), Scania, a 9s356
7º) Beto Monteiro (PE), Scania, a 10s183
8º) Débora Rodrigues (SP), Volkswagen, a 11s505
9º) Fred Marinelli (SP), Iveco, a 13s546
10º) Adilson Cajuru (SP), Iveco, a 15s557
11º) Renato Martins (SP), Volkswagen, a 17s230
12º) Vinicius Ramires (SP), Mercedes-Benz, a 17s817
13º) Vignaldo Fizio (SP), Mercedes-Benz, a 19s055
14º) Regis Boéssio (RS), Volvo, a 22s706
15º) José Cangueiro (SP), Mercedes-Benz, a 25s149
16º) Geraldo Piquet (DF), Mercedes-Benz, a 25s641
17º) Adalberto Jardim (SP), Iveco, a 34s464
18º) Leandro Totti (PR), Ford, a 38s156
19º) Diumar Bueno (PR), Volvo, a 43s590
20º) Gaston Mazzacane (Arg), Mercedes-Benz, a 44s007
21º) José Maria Reis (GO), Volkswagen, a 1 volta
22º) Jonathas Borlenghi (SP), Ford, a 2 voltas
23º) Fabiano Brito (PR), Volvo, a 6 voltas
Não completou
Leandro Reis (GO), Volkswagen, a 12 voltas
Classificação do campeonato após seis etapas
1º) Geraldo Piquet (DF), com 98 voltas
2º) Wellington Cirino (PR), 92
3º) Roberval Andrade (SP), 87
4º) Valmir Hisgue Benavides (SP), 84
5º) Felipe Gaiffone (SP), 83
6º) Beto Monteiro (PE), 49
7º) Renato Martins (SP), 27
8º) Débora Rodrigues (SP), 23
9º) Luiz Carlos Zappellini (SC), 18
10º) João Maistro (PR), 16; Vignaldo Fizio (SP), 16
12º) Djalma Fogaça (SP), 15
13º) Fabiano Brito (PR), 10
14º) Vinicius Ramires (SP), 9; Pedro Muffato (PR), 9
16º) Gaston Mazzacane (Arg), 8
17º) Diumar Bueno (PR), 4; José Cangueiro (SP), 4 e Fred Marinelli (SP), 4
20º) Régis Boéssio (RS), 1; Leandro Reis (GO), 1; Leandro Totti (PR), 1 e Adilson Cajuru (SP), com 1 ponto
Campeonato de Marcas
1º) Volkswagen, com 217 pontos
2º) Mercedes-Benz, 215
3º) Scania, 145
4º) Volvo, 48
5º) Ford, 16
6º) Iveco, com 5 pontos
Texto: Dinho Leme
O resultado da sexta etapa da Fórmula Truck ajudou a tornar o campeonato ainda mais equilibrado. Após a corrida de hoje, em Londrina, os cinco primeiros da tabela estão separados por menos de 31 pontos (o máximo que cada piloto pode marcar por prova). Desta forma, qualquer um deles pode sair da próxima etapa, em Campo Grande, na liderança. Esta é a expectativa de Valmir Benavides e Felipe Giaffone, pilotos da Volkswagen que chegaram, respectivamente, em segundo e terceiro na corrida de hoje e que estão entre os cinco primeiros do campeonato.
“O saldo da corrida de hoje em Londrina foi muito positivo para a nossa equipe”, explicou Benavides. “Hisgué”, como é conhecido na Fórmula Truck, tem agora 84 pontos e está na quarta colocação do campeonato, com um ponto a mais que Felipe Giaffone, que também compete com um caminhão Volkswagen Constellation.
“O campeonato ficou mais embolado depois desta sexta etapa. Pelo que vimos até agora neste ano, a tendência é que estes cinco primeiros pilotos continuem brigando ponto a ponto até a corrida final do ano, em Brasília”, acredita Giaffone, o atual campeão da Fórmula Truck.
O piloto da Volkswagen largou na primeira fila hoje em Londrina e atacou bastante o líder nas voltas iniciais. “Eu e o Hisgué brigamos pela vitória até o final da prova e isso mostra que nossa performance foi muito boa neste circuito, que exige muito dos caminhões, principalmente por causa de seu traçado muito travado”, afirmou Giaffone.
A corrida acabou sob intervenção do Pace Truck, o que impediu o ataque de Benavides e Giaffone nas voltas finais da prova. Mesmo assim, os dois ajudaram a colocar a Volkswagen mais perto da liderança entre as marcas: com 216 pontos, a diferença para a líder caiu para apenas sete pontos.
A pontuação do time também teve a importante colaboração de Débora Rodrigues, que foi um dos destaques da prova ao fazer uma corrida de recuperação em um circuito que não favorece as ultrapassagens.
Mesmo largando na última colocação, ao não registrar tempo no treino classificatório de ontem, a única mulher da Truck levou seu Volkswagen Constellation à zona de pontuação, na nona colocação.
“Foi uma corrida muito bacana para mim. Consegui fazer uma boa largada e ganhar várias posições ainda nas primeiras voltas. O caminhão se comportou muito bem na prova e pude sair daqui de Londrina com mais pontos no campeonato, que era meu principal objetivo para esta etapa”, diz Débora Rodrigues, que está em 8º lugar na tabela, com 22 pontos, logo atrás de Renato Martins, o sétimo na tabela e que hoje não marcou pontos na corrida.
A próxima etapa da Fórmula Truck será no dia 14 de setembro, em Campo Grande (MS).
Resultado final:
1. Wellington Cirino - Mercedes, 26 voltas
2. Valmir Benavides - Volkswagen
3. Felipe Giaffone - Volkswagen
4. Roberval Andrade - Scania
5. Geraldo Piquet - Mercedes
6. Djalma Fogaça - Ford
7. Pedro Muffato - Scania
8. Beto Monteiro - Scania
9. Débora Rodrigues - Volkswagen
10. Fred Marinelli – Iveco
Os cinco primeiros no campeonato:
1. Geraldo Piquet, 106
2. Wellington Cirino, 92
3. Roberval Andrade, 87
4. Valmir Benavides, 84
5. Felipe Giaffone, 83
O paranaense Wellington Cirino conquistou atrás do ”Pace Truck” a vitória na sexta etapa do Campeonato Brasileiro da Fórmula Truck, o “GP Aurélio Batista Félix”, que foi disputado neste domingo em Londrina, onde a segunda posição foi fechada por Walmir “Hisgué” Benavides e o terceiro lugar ficou para Felipe Giaffone.
Largando da pole position, Cirino não teve grandes dificuldades para liderar de ponta a ponta a disputa, que acabou dividida em partes por conta das muitas intervenções do caminhão de segurança.
Na primeira parte da prova (que vai da primeira à 12ª voltas), tudo transcorreu normalmente, com Cirino recebendo a quadriculada verde e amarela no primeiro lugar, seguido de Giaffone, Hisgué, Roberval Andrade, Beto Monteiro e Luiz Zappelini.
Após a relargada foi que os “pegas” começaram a esquentar, com uma bela batalha sendo travada entre Monteiro e Zapellini, que só passou a ocupar o quinto lugar no momento em que o pernambucano teve de cumprir um “Drive Trought” por ter passado acima dos 160 km/h diante do radar. Na volta 24, Hisgué roubou a segunda posição de Felipe Giaffone, que não conseguiu mais recuperá-la.
Foi no reinício das disputas após uma intervenção do ”Pace Truck” necessária à limpeza da pista “lavada” pelo óleo que vazou do motor do Volvo de Fabiano Brito que ficou ainda mais cristalina a excelente recuperação que o líder da tabela Geraldo Piquet vinha tendo após largar da 23ª posição.
Então, Geraldo travava uma verdadeira guerra com Zapellini pela quinto lugar, uma batalha que poderia ser um dos grandes momentos da carreira do brasiliense, que acabou jogando na lata no lixo o brilho de todo o trabalho realizado até aquele momento através de um toque dado no Volvo do adversário, que acabou chocando-se contra o muro, mas retornou à pista.
Após isso, o ”Pace Truck” teve de ser acionado mais uma vez quando Jonathas "Neno" Borlenghi parou seu Ford num lugar perigoso do traçado, e foi com a disputa neutralizada que a quadriculada foi acionada, apontando Roberval Andrade na quarta colocação, e Piquet como quinto colocado, com méritos duvidosos.
Geraldo segue no topo da tabela, agora com 106 pontos, contra 92 de Cirino, único piloto a vencer mais de uma corrida na atual temporada, já que havia fechado na frente também a prova anterior, disputada em Interlagos.
Fonte: Speed Online por Jorge Kraucher
O bom desempenho dos caminhões Volkswagen Constellation foi um dos principais destaques do treino classificatório da sexta etapa da Fórmula Truck, realizado hoje, em Londrina. Três pilotos da equipe oficial da Volkswagen largam entre os quatro primeiros, indicando que o objetivo do time de recuperar a liderança entre marcas tem boa possibilidade de ser atingido amanhã.
“Viemos para Londrina dispostos a voltar para o primeiro lugar e a ótima performance de nossos caminhões neste sábado mostra que temos boas chances de conquistar este resultado. Não tenho dúvidas de que podemos brigar pela vitória”, afirma Felipe Giaffone, que larga na primeira fila, em segundo lugar. O atual campeão da Fórmula Truck ficou apenas três centésimos de segundo atrás do pole position.
A segunda fila será toda formada por caminhões Volkswagen Constellation, com Renato Martins em terceiro e Valmir Benavides em quarto. “É muito bom contar com três pilotos da equipe na ponta, porque isso nos permitirá uma estratégia diferenciada”, afirmou o recordista de vitórias da Truck, Renato Martins, que, além de piloto, é chefe da equipe RM Competições.
Segundo Benavides, a performance do time hoje comprovou o bom acerto do caminhão Volkswagen Constellation para o circuito de Londrina. “Mesmo sem registrar um bom tempo no treino de sexta-feira, não ficamos preocupados, porque sabíamos que muitos pilotos estavam andando acima do limite do radar e sem controlar a fumaça, já que na sexta-feira isso não causa punições”, afirmou “Hisgué”.
Sem registrar tempo no treino classificatório de hoje, Débora Rodrigues, a única mulher a competir na Formula Truck, parte na 24ª colocação no grid.
“Vou para o tudo ou nada amanhã. Preciso ganhar 14 colocações para chegar na zona de pontuação, então a estratégia de corrida precisa ser arrojada”, afirmou a piloto da Volkswagen, que torce pela chuva amanhã. “Gosto de andar no piso molhado e costumo ir bem neste tipo de prova”, conta.
A largada da sexta etapa da Fórmula Truck será amanhã, às 12h45, com transmissão ao vivo da TV Band.
Grid de largada da Fórmula Truck em Londrina
1º) Wellington Cirino (PR), Mercedes-Benz, 1m38s544
2º) Felipe Giaffone (S:P), Volkswagen, 1m38s583
3º) Renato Martins (SP), Volkswagen, 1m38s620
4º) Valmir Benavides (SP), Volkswagen, 1m38s862
5º) Beto Monteiro (PE), Scania, 1m39s056
6º) Roberval Andrade (SP), Scania, 1m39s343
7º) Fred Marinelli (SP), Ivevo, 1m39s454
8º) Djalma Fogaça (SP), Ford, 1m39s572
9º) Adalberto Jardim (SP), Iveco, 1m39s641
10º) Luiz Carlos Zappellini (SC), Volvo, 1m39s666
11º) Diumar Bueno (PR), Volvo, 1m39s836
12º) Fabiano Brito (PR), Volvo, 1m39s024
13º) Leandro Totti (PR), Ford, 1m39s945
14º) Vignaldo Fizio (SP), Mercedes-Benz, 1m40s347
15º) Jonathas Borlenghi (SP), Ford, 1m40s555
16º) Regis Boéssio (RS), Volvo, 1m40s944
17º) Pedro Muffato (PR), Scania, 1m41s130
18º) José Cangueiro (SP), Mercedes-Benz, 1m41s633
19º) Adilson Cajuru (SP), Iveco, 1m42s247
20º) José Maria Reis (GO), Volkswagen, qm43s427
21º) Leandro Reis (GO), Volkswagen, sem tempo
22º) Gaston Mazzacane (Arg), Mercedes-Benz, desclassificado por fumaça
23º) Geraldo Piquet (DF), Mercedes-Benz, sem tempo
24º) Débora Rodrigues (SP), Volkswagen, sem tempo
25º) João Maistro (PR), Volvo, sem tempo
26º) Vinicius Ramires (SP), Mercedes-Benz, sem tempo
O paranaense Wellington Cirino, da equipe ABF/Mercedes-Benz, larga na pole position na sexta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, a ser disputada amanhã (domingo), a partir das 13 horas, no Autódromo Ayrton Senna, em Londrina. No treino classificatório de hoje, ele fez o tempo de 1m38s544. A chuva caiu no início do Superclassificatório e com isso os cinco pilotos que voltariam à pista para brigar pela pole abortaram.
Felipe Giaffone, da Volkswagen, com 39 milésimos de segundos mais lendo do que Cirino, será o segundo colocado no grid, seguido por Renato Martins (Volkswagen), Valmir Hisgué Benavides (Volkswagen), Beto Monteiro (Scania), Roberval Andrade (Scania), Fred Marinelli (Ivevo), Djalma Fogaça (Ford), Adalberto Jardim (Iveco) e Luiz Carlos Zappellini (Volvo), que pela ordem, fecham as 10 primeiras colocações do grid de largada.
Esta será a segunda pole de Cirino na temporada e a 21ª na categoria, ampliando o recorde de poles. Ele também largou na frente na etapa anterior, disputada em São Paulo, e venceu de ponta a ponta. Com a pole, Cirino somou um ponto e passa a somar 62, permanecendo na quinta colocação. O líder é Geraldo Piquet, também da equipe ABF/Mercedes-Benz, que tem 98 pontos. No entanto, ele bateu no último treino livre e vai largar apenas na 23ª colocação.
Segundo Cirino, largando na frente, seu objetivo será manter a ponta na largada e tentar abrir logo nas primeiras voltas para tentar evitar a pressão de Giaffone, Renato e Benavides. “Vou acelerar forte e buscar esta vitória para melhorar na classificação do campeonato. Ganhando, poderei chegar até a vice-liderança, dependendo dos resultados do Roberval, Giaffone e do Benavides”, acentua Cirino.
Grid de largada da Fórmula Truck em Londrina
1º) Wellington Cirino (PR), Mercedes-Benz, 1m38s544
2º) Felipe Giaffone (S:P), Volkswagen, 1m38s583
3º) Renato Martins (SP), Volkswagen, 1m38s620
4º) Valmir Benavides (SP), Volkswagen, 1m38s862
5º) Beto Monteiro (PE), Scania, 1m39s056
6º) Roberval Andrade (SP), Scania, 1m39s343
7º) Fred Marinelli (SP), Ivevo, 1m39s454
8º) Djalma Fogaça (SP), Ford, 1m39s572
9º) Adalberto Jardim (SP), Iveco, 1m39s641
10º) Luiz Carlos Zappellini (SC), Volvo, 1m39s666
11º) Diumar Bueno (PR), Volvo, 1m39s836
12º) Fabiano Brito (PR), Volvo, 1m39s024
13º) Leandro Totti (PR), Ford, 1m39s945
14º) Vignaldo Fizio (SP), Mercedes-Benz, 1m40s347
15º) Jonathas Borlenghi (SP), Ford, 1m40s555
16º) Regis Boéssio (RS), Volvo, 1m40s944
17º) Pedro Muffato (PR), Scania, 1m41s130
18º) José Cangueiro (SP), Mercedes-Benz, 1m41s633
19º) Adilson Cajuru (SP), Iveco, 1m42s247
20º) José Maria Reis (GO), Volkswagen, qm43s427
21º) Leandro Reis (GO), Volkswagen, sem tempo
22º) Gaston Mazzacane (Arg), Mercedes-Benz, desclassificado por fumaça
23º) Geraldo Piquet (DF), Mercedes-Benz, sem tempo
24º) Débora Rodrigues (SP), Volkswagen, sem tempo
25º) João Maistro (PR), Volvo, sem tempo
26º) Vinicius Ramires (SP), Mercedes-Benz, sem tempo
Líder do campeonato com 98 pontos, 24 a mais do que o vice-líder Roberval Andrade, o brasiliense Geraldo Piquet, da equipe ABF/Mercedes-Benz, ficou satisfeito com o terceiro tempo no primeiro dia de treinos livres da Fórmula Truck em Londrina, onde no próximo domingo será disputada a sexta etapa da temporada, com largada programa para às 13 horas.
Depois de duas sessões de uma hora cada uma, Piquet fez o tempo de 1m38s138, ficando atrás apenas de Wellington Cirino, seu companheiro na equipe ABF/Mercedes-Benz, que fez 1m37s971 e do catarinense Luiz Carlos Zappellini, que marcou 1m37s259.
Segundo Geraldo Piquet, o treino foi muito bom, mas ainda irá fazer novos acertos de diferencial e suspensão para os treinos livres e classificatório deste sábado. “Ainda temos como melhorar e vamos lutar para largar nas primeiras posições. Até aqui estamos bem na fita porque estamos à frente do Roberval, vice-líder do campeonato, A minha batalha em Londrina será contra ele e chegando à sua frente na prova, aumentaremos a vantagem que temos na classificação do campeonato”, afirma Piquet, que lidera o campeonato com 98 pontos, conta 74 de Roberval.
Tempos dos treinos livres da Fórmula Truck em Londrina
1º) Luiz Carlos Zappellini (SC), Volvo, 1m37s259
2º) Wellington Cirino (PR), Mercedes-Benz, 1m37s971
3º) Geraldo Piquet (DF), Mercedes-Benz, 1m38s136
4º) Roberval Andrade (SP), Scania, 1m38s149
5º) Leandro Totti (PR), Ford, 1m38s169
6º)Felipe Giaffone (SP), Volkswagen, 1m38s185
7º) Beto Monteiro (PE), Scania, 1m38s248
8º) Diumar Bueno (PR), Volvo, 1m38s797
9º) Fred Marinelli (SP), Iveco, 1m38s802
10º) Djalma Fogaça (SP), Ford, 1m38s830
11º) Valmir Hisgué Benavides (SP), Volkswagen, 1m38s896
12º) Renato Martins (SP), Volkswagen, 1m38s960
13º) Fabiano Brito (PR), Volvo, 1m39s068
14º) Adalberto Jardim (SP), Iveco, 1m39s101
15º) Pedro Muffato (PR), Scania, 1m39s201
16º) João Maistro (PR), Volvo, 1m39s418
17º) Neno Borlenghi (SP), Ford, 1m39s715
18º) Leandro Reis (GO), Volkswagen, 1m40s267
19º) Gaston Mazzacane (Arg), Mercedes-Benz, 1m40s610
20º) José Cangueiro (SP), Mercedes-Benz, 1m40s617
21º) Vignaldo Fizio (SP), Mercedes-Benz, 1m40s757
22º) Vinicius Ramires (SP), Mercedes-Benz, 1m40s943
23º) Débora Rodrigues (SP), Volkswagen, 1m41s024
24º) Regis Boéssio (RS), Volvo, 1m41s120
25º) José Maria Reis (GO), Volkswagen, 1m41s441
26º) Adilson Cajuru (SP), Iveco, 1m41s807
Os problemas que fizeram Pedro Muffato amargar duas quebras de motor na quinta etapa Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, em Interlagos, parecem fazer parte do passado. Foi esta a conclusão a que o piloto paranaense chegou na última terça-feira (29), após o teste preparatório que fez na pista de Cascavel para a sexta prova da temporada. A corrida será disputada domingo (3) no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina.
“Aparentemente, não há mais preocupação com relação ao motor”, disse o piloto. “O rendimento do caminhão está razoável, e mesmo em Londrina, onde a pista é complicada para caminhões grandes como o meu Scania, eu quero estar mais competitivo do que nas últimas etapas”, manifesta o piloto da MP Motorsport, que tem no Scania número 20 as cores de Autotrac, Fras-le, Coopavel, Muffatão, TanKsul, DSR Log, Mahle, FAG e Tuzzi.
Assim, Muffato dá início nesta sexta-feira (1º) à participação nos primeiros treinos livres para a etapa de Londrina. O circuito de 3.055 metros não recebe os caminhões da categoria desde 2005. Naquele ano, a Scania venceu a corrida com o paulista Roberval Andrade. “Até agora, só marquei pontos em uma corrida, está na hora de começar a pontuar com mais freqüência para melhorar minha posição na classificação do campeonato”, ele diz.
Os treinos para a sexta etapa da temporada da Fórmula Truck terão início nesta sexta-feira, com duas sessões de 60 minutos, cada, às 14h e às 16h. No sábado (2) haverá mais dois treinos livres, às 9h e às 11h15. A tomada de tempos classificatória será aberta às 15h. A corrida de domingo terá largada às 12h45, com transmissão ao vivo da Rede Bandeirantes – a geração de imagens é da paranaense Master TV.
A equipe da Projmol Projetos e Consultoria Ltda. está desenvolvendo o design do novo teto alto do caminhão International 9800i, da Navistar International. A empresa formou uma joint venture com a Di Francesco Consultoria para criar a solução de engenharia. O trabalho consiste na concepção e desenvolvimento de um teto com altura maior, capaz de permitir a introdução de um segundo beliche no veículo e a exportação da cabine dentro de um container padronizado da International.
Além do conceito do novo teto, o projeto inclui o desenvolvimento de uma série de componentes, como reforços e painéis, afetados pela mudança na cabine. “Temos que alterar e ao mesmo tempo preservar ao máximo as características estruturais do caminhão para que não haja grandes alterações nos processos de fabricação de peças e montagem”, informou o diretor geral da
No total, as modificações envolvem cerca de 80 peças do veículo. Com o teto novo e a introdução da segunda cama no caminhão International 9800i, foi preciso mudar o design de peças relacionadas ao ar-condicionado, acabamento inferior e isolação acústica, entre outras. “Com o teto maior, tivemos que alterar até a altura da cortina que separa a cabine das camas, por exemplo”, ilustra o engenheiro Osmar Di Francesco, sócio-diretor da Di Francesco Consultoria.
O trabalho está sendo coordenado pelas equipes de Engenharia da International no Rio Grande do Sul e em Fort Wayne, nos Estados Unidos. A fase de detalhamento dos desenhos acaba de ser concluída. Em seguida, começará o processo de fabricação das peças, que também será acompanhado pela Projmol – Di Francesco. “A idéia é dar todo suporte aos fornecedores quanto à adaptabilidade das novas peças à linha de produção”, explicou Miguel Dominguez.
O caminhão International 9800i com o teto alto modificado será montado em Caxias do Sul, na fábrica da Agrale, que mantém uma parceria com a International para montagem dos caminhões médios e pesados da montadora americana. Os veículos serão exportados para a África , Rússia e Nova Zelândia.
A Projmol já desenvolveu um projeto para a Navistar International através de outra parceria com o engenheiro Osmar Di Francesco, sócio-diretor da Di Francesco Consultoria. Em 2005, foram criadas as estruturas necessárias para a introdução da direção inglesa no caminhão International 9800i. As mudanças provocadas pela colocação do volante no lado direito incluíram novos assoalho, refrigeração de motor, painel e console. “Com o know how que adquirimos com o Projeto Refresh do International 9800i, decidimos formar uma joint venture para atuar no Projeto Midroof ”, explicou Di Francesco.
Joint Venture - Criada em São Paulo há 15 anos, a Projmol Projetos e Consultoria Ltda. é uma empresa de engenharia que desenvolve projetos na área de CAD/CAM/CAE para fornecedores da indústria automobilística e de linha branca. Realiza projetos de modelamento tridimensional, desenvolvimento de produtos, desenhos padrões GM e Fiat, projetos de moldes e dispositivos, entre outros.
Já a Di Francesco Consultoria foi criada em 1998 com o objetivo de prestar consultoria no desenvolvimento de projetos na área automotiva. De propriedade do engenheiro Osmar Di Francesco, a companhia já desenvolveu trabalhos como os Facelifts dos caminhões modelo Cargo da Ford e 9800i da International. Di Francesco trabalhou durante 40 anos no mercado automobilístico, em empresas como Ford e Autolatina Brasil.